O temporal que pelas 10h do dia 20 de Fevereiro assolou a ilha da Madeira, em particular nos concelhos da Ribeira Brava e do Funchal, deixou um rasto de destruição, cujo balanço ainda está por contabilizar, não deixou tempo para as populações chorarem os seus mortos, que de imediato iniciaram os trabalhos de desobstrução e limpeza em 24 horas por dia.
Cinco dias depois, quando se realizavam os primeiros funerais, segundo os dados oficiais, o número de vítimas subia para 42, o de desaparecidos descia de 32 para 13; um total de 12 ...
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