Desporto

PENSAMENTO DESPORTIVO

A análise do «Clássico»: um dragão de pouca chama salvo por um leão que continua em autodestruição

          

O encontro começou da melhor forma para os portistas. Logo aos seis minutos, Corona colocou nas costas da defesa, Maximiano saiu em falso da baliza e o que parecia ser uma receção de bola deficiente de Marega transformou-se no primeiro golo azul e branco. O Sporting CP de­morou a encontrar-se e os dragões aproveitaram esse mo­mento para controlar a partida de forma confortável.
A equipa da casa reagiu. Tarde, mas reagiu. E quando o fez, o FC Porto sentiu de imediato o incómodo e, até ao intervalo, só com um remate de Nakajima a rasar a trave conseguiu assustar a equipa leonina. O resultado parecia fechado na primeira parte, mas Acuña teve outras ideias. Ao minuto 44, o Sporting CP recuperou a bola em zona adiantada e Vietto deu para o argentino, que encontrou o buraco da agulha para bater Marchesín.


O descanso fez bem aos comandados de Silas e não tão bem aos forasteiros. Sérgio Conceição não conseguiu encontrar a solução para trazer tranquilidade à equipa e puxar novamente pa ...

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