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Visitar os doentes é uma das Obras de Misericórdia!

          
Visitar os doentes é uma das Obras de Misericórdia!

O ser humano deve ao outro uma profunda Gratidão. Sem os outros seremos fantasmas errantes na vida. Com eles formamos uma Comunidade Global onde não podemos ser indiferentes ao desenvolvimento das sociedades, culturas, comunidades e gentes; devemos fazer o esforço de focar a atenção nos mais frágeis, por­tadores da DOR porque todos passa­re­mos pela expe­ri­ên­cia do so­fri­mento sob uma ou outra for­ma que dói.
Grande par­te das pes­soas alheou-se do próximo; en­vol­­veu-se nu­ma redoma que vai do um­bigo ao cora­ção, passando pelo cérebro atro­fiado nal­gumas crona­xias desliga­das “da resi­dên­cia dos afe­ctos”. Daí que não se conhe­cem a si mes­mos e muito me­nos serão cireneus de al­guém.
É nos mo­me­n­tos adversos, quando carregamos a cruz, que vemos a ausência de luz dos que desistiram de nós. É um amargo cálice que se bebe nesse abandono rezando: “Se os amigos me deixarem em caminhos de miséria e orfandade/Nada temo porque o Pai está comigo” (Liturgia das Horas). Sofremos abraçados à Cruz de Jesus, de forma radical e profunda, no limite das forças, enquanto homens da dor, clamando: ”Meu Deus! Porque me abandonastes”? E Deus estava lá. Esteve sempre lá!


O abandono dos doentes à sua dor é um pecado de todos; a vida partilhada tem o sabor da alegria na dor. Uma vida so­lidária é uma vida que atravessa o pátio da dor e lhe dá cor! A ...

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