Diversos

Depois vai-se ver … e nada

          

Neste estranho mês de Agosto, férias, emigrantes, pan­demia, televisão e redes so­ciais, fizeram-me pensar sobre este mundo, aparente e oco, que dia a dia vamos calcorreando.
Diariamente, nos diversos órgãos de comunicação social, sejam públicos ou privados, somos metralhados com o pífio e ridículo jor­­nalismo, o qual não in­for­ma, não faz a triagem do que é notícia, mas apenas pro­cura o sensacionalismo, o sangue, a polémica etc. Presos a interesses econó­mi­­cos, acorren­tados à força do Governo, aliados aos de­se­jos da oposição, todos bus­­cam desenterrar o que mais lhes interessa de momento, sem que a verdadeira informação, a isenta, se­ja tida em linha de conta. Assim, lá vão levando a manada, que somos todos nós, a pastar no campo que lhes dá mais proveito. (...)


Voltando à praia, os jor­na­­listas estão sempre em ci­ma do acontecimento. Então se o alvo for o Marcelo, te­mos a barraca completa. Do Porto Santo ao Al­garve ba­tem-se os record ...

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