Do Cávado ao Ave

PARADA DE BOURO

Desfile de Carnaval saiu à rua

          
PARADA DE BOURO

Faça chuva faça sol o cor­so carnavalesco de Parada de Bouro sai à rua na terça feira de carnaval.
A chuva que caiu na parte da manhã não intimidou os cerca de 60 foliões que por volta das 15 horas sai­ram do lugar de Pan­doses, em desfile carnavalesco até à Escola Primária da Aldeia onde decorreu um convívio e foram entregues os pré­mios aos vencedores: 1º- “Avião Pandozes Airlines”; 2º lugar: “Sátira Junta de Fre­guesia”; 3º “Novo vírus covid 69”.


Os temas como sempre são livres e a epidemia do co­ronovírus, na ordem do dia, não foi esquecido, quer pela equipa vencedora da “air­lines de Pandozes”, equi­pada a rigor, apresen­tan­do um “avião”, talvez com o receio daquele lugar fi­car isolado devido às der­ro­cadas que continuam na estrada municipal e da equi­pa do 3º lugar, que “optou por uma desinfecção das artérias da freguesia”. A sátira da junta de freguesia, para muitos aquela que devia receber os 150 euros pe­la “arte circense dos trabalhadores da junta, muito bem retratada por 5 mulheres”. Mas não ficaram por aqui as surpresas guardadas a “7 chaves” até ao dia do desfile organizado pela Junta de Freguesia em colaboração com a Fanfarra Flores do Cávado, que abriu o desfile, da Associação Cultural e Recreativa e do Rancho Folclórico de Pandoses.
A série espanhola “A casa de papel” serviu de inspiração a um grupo de quatro cu­­jos elementos vestidos de ver­melho e com máscaras não foram reconhecidos. Já o casal “árabe” e “Parada é um jardim”, com cânticos ani­­maram o público que se concentrou junto ao Café Testamento, onde o presidente da Câmara Municipal, António Cardoso acompanhado da esposa aplaudiu o “esforço, dedicação, cria­­tividade, originalidade e ani­mação” do povo para­den­­se.
A rábula da deputada do Livre, Joacine Katar Morei­ra, expulsa pelo deputado An­dré Ventura do chega pa­ra lá” e “ Os Maregas” foram momentos contra o racismo. Já o VAR observado por quatro atletas de clubes di­­ferentes não mereceu a aprovação ao contrário das “minis” que estavam ao dispor no bar. Quem ficou pelo ca­minho foi a “charrete dos casados de fresco” não pela força da mula do António mas por um furo no pneumático.
Mais uma vez foi provada a dinâmica das instituições da freguesia que prometem mais novidades pa­ra o próximo ano, já com no­­va ponte sobre o Cávado para que o público de Amares possa assistir a um espe­ctáculo ímpar no concelho de Vieira do Minho.

Falecimento de Bruno Mota

Bruno Mota, de 46 anos, morreu no dia 22 de Fevereiro na sequência de um in­cêndio no prédio onde ha­bi­tava, na Rue d’Esch, em Sa­nem no Luxemburgo. Dei­xa três filhas. Segundo re­­lata o Jornal de Luxem­bur­­go, a vítima era uma fi­gu­ra bastante conhecida por entre a comunidade local, através da restauração.
2020-02-27


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