Do Cávado ao Ave

ROSSAS

Bodas de Ouro matrimoniais

          
ROSSAS

Na igreja matriz do Divino Salvador de Rossas, na tarde de catorze de Junho, celebraram as suas bodas de ouro matrimoniais, António da Silva Gonçalves, Juiz- Con­selheiro do Supremo Tri­­­bunal de Justiça e Júlia Deo­linda da Silva Machado, professora do 1º Ciclo.


Os homenageados recor­da­­ram o matrimónio cele­bra­do às treze horas, do dia 21 de Junho de 1970 na mesma igreja, perante o oficiante e pároco, o Padre Do­min­gos de Araújo Pereira de Car­valho, perante as tes­te­munhas, António Manuel Magalhães Alves, de Ribas-Ce­­lorico de Basto e Maria Se­­­nhorinha Gonçalves de Sou­sa, da cidade do Porto. Deste casamento nasceram três filhas: Anabela, Sílvia e An­tónia.
Cumprindo as normas de distanciamento físico obri­ga­­tório nesta festa, partici­pa­ram os familiares e amigos mais chegados, tendo o presidente da celebração, padre Albano Costa, apelado ao agradecimento a Deus por esta maravilha de celebrar cinquenta anos de ma­tri­­mónio. Lembrou as Bodas de Caná e a nossa religião do Amor e da festa e apresentou este casal como mo­delo e exemplo para os jo­vens e outros casais.
A cerimónia teve a cober­tu­ra fotográfica pela mesma casa do dia do casamento, a Fo­to Silva.
O convívio foi no restau­ran­­­te “Angelorum”, pro­­prie­da­­de dos sobrinhos dos ho­me­nageados, os jovens Mi­guel e Paula Morais, situado na freguesia de Santa Maria dos Anjos.
Ao meritíssimo Juiz-Con­selheiro António Gonçalves e sua esposa, professora Jú­lia Deolinda, deseja­mos as maiores felicidades e que possam celebrar, com saúde e alegria, mais ani­ver­sá­rios do seu enlace ma­tri­mo­nial.

Grupo de acolhimento na paróquia
Alguns meses depois da suspensão de todas as ativi­dades escutistas, os Cami­nhei­ros e Dirigentes do Agrupamento 1110 - Ros­sas, regressaram ao activo, cola­bo­rando na sua paróquia com uma “equipa de acolhimento” aos fiéis nas missas dominicais.
A função dos escuteiros no regresso às celebrações religiosas consiste na presença antes, durante e no fim de cada eucaristia dominical, elucidando, indicando, conduzindo, e apoiando os participantes, sempre munidos de máscaras e com as devidas distâncias para com os fiéis. 

Vandalismo
Nos últimos tempos tem-se verificado alguns atos de vandalismo contra estruturas públicas na nossa freguesia. O último, de que temos conhecimento, aconteceu na ponte romana de Agra, com o derrube de al­gu­­mas das pedras laterais pa­ra o fundo do leito do Rio Ave. Sendo que este não foi o primeiro ato de vandalismo naquele local, causando vá­rios prejuízos á freguesia. 
A Junta de Freguesia apre­­sentou queixa junto das autoridades competentes, encontrando-se o facto em fa­se de investigação. 
2020-06-29


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