Igreja

Mensagens de Natal

          
Mensagens de Natal

Papa Francisco

Em dia de Natal, o Papa deixou no Vaticano os seus vo­tos natalícios à cidade de Roma e ao mundo, defenden­do uma “fraternidade” universal que promova o entendi­men­to entre culturas e religiões.
“Com a sua encarnação, o Filho de Deus indica-nos que a salvação passa através do amor, da hospitalidade, do respeito por esta nossa pobre humanidade que todos compartilhamos numa grande variedade de etnias, línguas, culturas… mas todos irmãos em humanidade”, disse Francisco, desde a varanda central da Basílica de São Pedro.
“As minhas boas-festas natalícias são votos de fra­ternidade. Fraternidade entre pessoas de todas as nações e culturas. Fraterni­da­de entre pessoas de ideias diferentes, mas capazes de se respeitar e ouvir umas às outras. Fraterni­dade entre pessoas de distintas religiões. Jesus veio revelar o ros­to de Deus a todos aque­les que o procuram”, disse Papa.


Cardeal-patriarca de Lisboa

O cardeal-patriarca de Lis­boa disse que a noite que o Natal é um “acontecimento total e para todos” que representa um “suplemento de Natal” para a socieda­de, recordando quem vive situações de dificuldade.
“Não precisamos de enfeitar muito os presépios que fazemos, pois o encontramos no leito de quem está enfermo, no lar de quem está só, na rua dos que não têm abrigo, nas fronteiras dos procuram melhor vida, nas prisões físicas ou morais em que a vida encerra a tantos”, assinalou, na homilia da Missa da noite do Natal, a que presidiu na Catedral de Lisboa.

D. António Carrilho

O bispo do Funchal publicou em vésperas de Natal uma mensagem onde evoca as tradições da “Festa” nos 600 anos dos descobrimentos do Arquipélago da Madeira e pede para transmitir aos mais novos o sentido espiritual destas mesmas tradições.
“Nos 600 anos dos descobrimentos da Madeira e Porto Santo, que estamos a comemorar, apraz-me recordar que, na nossa cultura madeirense, as tradições da ‘Festa’ estão profundamente marcadas pelo carisma e espirituali­dade de S. Francisco de Assis e são vividas de maneira sin­gular”. Dirigido-se a todos os diocesanos e aos emigrantes madeirenses na diáspora, o bispo do Funchal afirma a necessidade de “conservar e renovar” o “verdadeiro espírito e significado as belas tradições natalícias” que fa­zem parte do “rico património cultural, religioso e musical” madeirense.

D. João Lavrador

 O bispo de Angra presidiu à Eucaristia da noite do Natal na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, onde apelou a todos aqueles que perderam a esperança neste mundo a olhar o presépio.
“Quero dirigir-me a vós pobres e excluídos, marginalizados e simples do nosso tempo e da nossa diocese, convidando-vos à esperança que nos vem da celebração comprometida do Natal de Jesus de Nazaré. Vinde con­nos­co à comunidade cristã na qual encontrareis a Jesus Encarnado na assembleia reunida, na Palavra proclamada, nos gestos libertadores dos sacramentos, na partilha fraterna e de vida” disse D. João Lavrador, numa celebração transmitida pela RTP Açores e RTP Internacio­nal.
“Exorto-vos a vós que perdestes a esperança neste mun­do a que junto do presépio reconheçais o valor da vossa dignidade e quanta força e coragem, sabedoria e en­tusiasmo vos traz a comunhão de vida com Jesus Cristo que se manifesta também nos gestos de partilha da comu­nidade cristã”, acrescentou o prelado, citado pelo portal dio­cesano ‘Igreja Açores’.

D. Francisco Senra

 O arcebispo de Évora desafia toda a comunidade cató­lica da região, nos seus leigos, sacerdotes e religiosos, a renovar neste Natal o seu sentido missionário para ajudar a “fazer nascer Jesus em tantos corações vazios e sem luz”.
“Na paz de Belém, em comunhão de corações, provemos o Amor de Deus, que o Emanuel nos mostra, e com es­te amor com que somos amados, amemos aqueles que são quotidianamente nossos próximos, fazendo, assim, acontecer Natal”, realça D. Francisco Senra Coelho.
Na sua mensagem, o arcebispo recorda o Ano Missionário que está a decorrer até outubro do próximo ano, organizado pela Conferência Episcopal Portuguesa.
Uma “convocatória” que segundo D. Francisco Senra Coelho, faz ainda mais sentido neste tempo, marcado pelo exemplo da “fidelidade incondicional” de Maria a Deus, pela “entrega radical” de São José “à missão atribuída pe­­­lo Altíssimo”, e pela “ternura daquela criança” que é Je­sus.

D. José Cordeiro

O bispo de Bragança-Miranda falou do Natal como uma “luz de esperança” para quem vive momentos difíceis na vida.
“Que a Luz da Esperança ilumine as famílias, os jovens, os doentes, os pobres, os reclusos, os que vivem sós, as pessoas com deficiência, os migrantes e as minorias étnicas nos caminhos da justiça e da paz”, referiu D. José Cor­deiro, na homilia da Missa a que presidiu, na noite da vigília de Natal, na Catedral de Bragança.
“As pessoas trocam entre si os mais elevados valores hu­manos: ternura, carinho, paz, amor, alegria, esperança…. Mas quantos sabem e vivem estes valores refe­renciados a Jesus Cristo?!” - questionou o bispo.
 
D. Jorge Ortiga

O arcebispo de Braga acredita que as comunidades cristãs podem ser “catalisadoras de um futuro diferente” e realça que na arquidiocese querem “tecer comunidades acolhedoras e missionárias”, na sua mensagem de Natal publicada a 20 de Dezembro.
“São muitos os que se sentem sós e marginalizados. A pobreza tem cada vez mais rostos novos. Preocupa-me a solidão e o isolamento de muitos. Que se abram as portas das comunidades, que todos entrem e encontrem a alegria de serem o que são sem preconceitos nem juízos”, escreveu D. Jor­ge Ortiga.
“Natal é este desafio para revelar situações de margi­na­lidade, espiritual, material e psíquica nas comunidades cristãs. Não basta elencar as situações. Urge oferecer tempo, dedicação, carinho e palavras amigas”, desenvolveu.

D. Manuel Linda

Bispo do Porto dirige-se à diocese, na altura do Natal, apelando à proximidade da pobreza e da solidão, tendo como referência o presépio.
É “com emoção” que D. Manuel Linda dirige a sua primeira mensagem, em vídeo, à diocese por altura do Natal e destaca a “pobreza e solidão do presépio”.
“Aquela família não tem nada nem tem ninguém, só a solidão e os animais mas, Deus providencia”, diz o bispo do Porto.
Com o anúncio do anjo juntam-se os pastores e os reis do Oriente e a “solidão completa e a pobreza total transformam-se em convívio, como os nossos presépios representam, e nas prendas que alimentam o menino e família”.
O bispo do Porto aponta ainda a atualidade da mensagem “das páginas do evangelho” e a “lição do presépio”.
“Tantas famílias e pessoas na pobreza que não se suporta e solidão que não se compreende, estejamos com elas, batamos-lhes à porta, levemos um sorriso, um carinho,  e, porventura o que lhes faz falta na mesa”, apela o prelado da maior diocese de Portugal.
2018-12-27


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