Igreja

Romaria de São Bento homenageia Cónego Monteiro

          
Romaria de São Bento homenageia Cónego Monteiro

O Santuário de São Bento da Porta Aberta promoveu a segunda romaria do ano no passado dia 11, invocando o Santo Patriarca do Ocidente, como pai e patrono da Europa, ao mesmo tempo que prestou homenagem póstuma ao Padre Fernando Teixeira Alves Monteiro, falecido a 16 de Janeiro de 2019, que integrou o Cabido da Sé Primacial de Braga e presidiu à Mesa Administrativa daquela confraria durante uma década.


Esta homenagem esteve no centro de toda a jornada que marcou a 2ª maior romaria anual de S. Bento da Porta Aberta. Dela se releva a entrada da Banda Musical da Carvalheira com a receção pela Irmandade no Santuário de São Bento da Porta Aberta pelas 10h00, tocando a marcha de rua designada «Homenagem a São Bento da Porta Aberta»; a inauguração de um busto em honra do “saudoso homenageado” no escadório esquerdo da descida para cripta de São Bento da Porta Aberta ao lado do busto do Mons. Alves Coutinho (escadório direito); o descerramento de uma lápide em honra do Padre Fernando, após o almoço no Hotel de S. Bento, no salão de conferências, que passou a chamar-se “Auditório Có­nego Fernando Monteiro”, cerimónia esta que contou com a intervenção musical do Coro do Sameiro que executou um hino em honra do homenageado.
Para além de todas estas homenagens, na cripta de São Bento, D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, que presidiu a uma concelebração eucarística de acção de graças pela vida e obra do Cón. Monteiro, em que celebraram cerca de três dezenas de sacerdotes, iniciou a missa recordando aquele sacerdote, falecido há pouco mais de 5 meses, e concluiu a sua homilia recordando as “obras materiais” e a “espiritualidade Mariana” do Padre Fer­nan­do, seguidor do Movimento Focolares, nascido em Trento, em 1943, por Chiara Lubich.
D. Jorge Ortiga, na sua homilia, referiu-se também à grande acção evangelizadora de S. Bento, que lhe mereceu por parte dos Pontífices título de Pai e Padroeiro da Europa, e sobretudo aos mosteiros nascidos da Ordem Beneditina, que permitiram a “incuturação do anúncio do evangelho e marcaram a sociedade daquela época”. Referindo-se depois às comunidades actuais dos fieis, “que estão a ficar envelhecidas” apontou a necessidade de despertar uma “nova sensibilidade evangelizadora” como aquela que os mosteiros despertaram, “numa profunda comunhão com Deus” mas também “saindo ao encontro de povos e culturas distintas” num trabalho que não pode ser feito “apenas por bispos e padres, mas tem de envolver todos os cristãos”, concluiu, o Arcebispo.
2019-07-12


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