Igreja

Encontro de Natal do Clero da Arquidiocese

          
Encontro de Natal do Clero da Arquidiocese

No Encontro de Natal do Clero da Arquidiocese de Braga D. Jorge Ortiga desafiou os sacerdotes a «assumir o compromisso de interpretar a gramáti­ca da caridade». «Com ela chegaremos à esperança como berço que humaniza as relações e nos torna família».


O prelado defendeu que os padres deverão ter a «coragem de repensar a Igreja na óptica da caridade», na me­di­da em que é esta quem nos diferencia. «Só uma Igreja que ama, não com palavras mas nas con­cre­tizações e numa frater­ni­da­de realizada com os factos, é ela mesma, tornando-se um testemunho credível do amor que recebe quotidiana e generosamente e Deus».
O encontro, que começou com a oração de Laudes, prosseguiu com uma reflexão do padre Carlos Carneiro, SJ que deixou a mensagem: “Juntos somos capazes de realizar muito mais a vocação que Deus deu a ca­da um. Há uma fraterni­dade a que somos chamados que passa, de facto, não só por uma estratégia pasto­ral, por um trabalho de par­ti­lha de vida e de oração, mas passa, exatamente, por um testemunho, onde reve­la­mos muito a pessoa de Deus como ela é, como família, como comunhão à qual nós somos chamados”.
Momento marcante do encontro, que decorreu no Espaço Vita do seminário de Nossa Senhora da Conceição, em Braga, no dia 19 de Dezembro, foi a apresentação do grupo coral “Scho­la Cantorum”(foto).
Composto por 16 sacerdotes da Arquidiocese de Bra­ga, o grupo, dirigido pelo pa­dre Juvenal Dinis, deli­ciou a plateia com temas de Natal que foram trabalhados em cinco ensaios.
Em declarações ao Diário do Minho, o padre Juvenal Di­nis explicou que o grupo foi propositadamente criado para este encontro. «A ideia que se fizesse um grupo de padres para animar os sa­cerdotes surgiu na equipa da Formação Permanente do Clero. Foi nesse sentido que eu preparei algumas me­lodias para cantarmos», revelou.
Questionado sobre se foi mui­to difícil concretizar es­te trabalho, o sacerdote ga­rantiu que não. Conseguir reunir os padres não foi difí­cil. O único entrave foi mesmo encontrar momentos livres em agendas, muitas ve­zes, complicadas.
“Para minha alegria, todos aqueles que eu convidei aceitaram o convite. Depois, foi difícil virem todos aos en­saios no mesmo dia porque há funerais, há muitas coisas. Mas, a maioria deles veio a quase todos os ensaios», acrescentou. Ao todo, disse o padre Juvenal Dinis, foram feitos cinco ensaios, to­dos eles muito bem aproveitados, na medida em que a atuação decorreu sem falhas, tendo colhido muitos aplausos de uma plateia muito atenta.
2019-12-27


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