Igreja

Adorar é “dobrar os joelhos”

De pouco ou nada servem a teologia e a ação pastoral, se não se dobram os joelhos»

          

«Adorar é ir ter com Jesus, não com uma lista de pedidos, mas com o único pedido de estar com Ele»: a primazia do louvor totalmente confiado a Deus sobre o conhecimento teórico que se adquire sobre Ele foi um dos pontos sublinhados da homilia do Papa Francisco na missa da Epifania, celebrada no Vaticano.
Só a decisão pessoal de se voltar confiadamente para Deus e renunciar ao centra­lismo nos seus interesses – porque a adoração é «fazer o êxodo da maior escravidão: a escravidão de si mesmo» - pode «desintoxicar de tantas coisas inúteis, de dependências que aneste­siam o coração e estonteiam a mente».


Tendo como modelo os Magos que, de acordo com a narrativa bíblica, se prostraram diante de Jesus logo após o seu nascimento, o Papa frisou que «adorar é um gesto de amor que muda ...

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