Igreja

D. Jorge Ortiga não vê uma Igreja “centrada nos sacerdotes”

          
D. Jorge Ortiga não vê uma Igreja “centrada nos sacerdotes”

Na ordenação dos 4 novos sacerdotes, que teve lugar na cripta da Basílica do Sa­meiro, a 19 de Julho, o arce­bispo de Braga, D. Jorge Or­tiga, afirmou que não quer ver a Igreja “centrada nos sacerdotes” mas “impelidos para o meio do po­vo que escutam, acolhem, orientam e acompanham”.


“Não tenhamos medo de estar do lado do povo. Sejamos audazes na construção deste modelo de Igreja dife­rente. Uma Igreja próxima e façamo-lo através de um anúncio alegre e, se as rugas por acaso aparecerem, ou persistirem no rosto da Igreja, não nos escandalizemos, apaixonemo-nos ainda mais pela autenticidade e nunca deixemos de acre­di­tar na beleza do rosto da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo”, referiu D. Jorge.
O arcebispo de Braga pre­si­diu à ordenação de quatro novos presbíteros para a arquidiocese de Braga: João Castro (33 anos, natural da paróquia de S. Martinho de Quinchães, Arciprestado de Fafe), José Miguel Neto (34 anos, Paróquia de S. Mar­tinho de Dume, no arci­pres­tado de Braga), Manuel Torre (26 anos, Paróquia de Santa Eulália de Balasar, Ar­ciprestado de Vila Conde/Póvoa de Varzim), Pe­dro Sousa (24 anos, Paróquia de Ronfe, Arciprestado de Guimarães-Vizela).
“Caríssimos novos sacerdotes, apaixonemo-nos pela Palavra de Deus, vamos depois também comprometer-nos com esta pastoral da proximidade, particularmente neste tempo em que tanto se fala de distancia­mento social”, pediu na ho­milia.
D. Jorge Ortiga assinalou ainda que o programa pastoral que se quer viver na dio­cese, nas 551 paróquias, é “uma igreja próxima de to­dos, de ricos, de pobres, pes­soas que concordam ou que discordam, pessoas simpáticas ou antipáticas”, porque a “Igreja aproxima-se, sai, encontra-se com os outros”, bem como na Paróquia moçambicana de Santa Cecília de Ocua, onde tam­bém querem “estar próximo daquele povo”.
2020-07-30


Comentários

  Comentar artigo

Nome

Email

Comentário