Opinião

“Não me dói nada...”

          
“Não me dói nada...”

O valor da música atra­ves­sa gerações, com marca nas pessoas centenárias. A mú­sica dá um empurrão no sorriso e relaxa nos momentos de aflição. Serve, também, de refúgio.
Palmira Simas Santos (nas­­cida a 28 de Março de 1919) mergulhou na música, durante a infância, na Ilha do Pico. Acompanhou-a até à Ilha das Flores, onde viveu a juventude. É uma paixão que sobreviveu à agitação das ondas do oceano Atlân­ti­co, chegando a Vieira do Mi­nho.


Por cá, a Palmirinha debita provérbios, como poucos, e eleva músicas tradicionais dos Açores, sempre com a preocupação de que transmitam a mensagem de “uma verdade pura”, como:

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