Opinião

Rosas e/ou espinhos da não-justiça

          
Rosas e/ou espinhos da não-justiça

Por estes dias estamos a viver uma das maiores crises da justiça em Portugal. Não que a não-pronúncia de um tal polí­ti­co seja grave, mas o desentendimento (quase acusatório) en­tre os agentes da justiça, sim.
Se quisermos fazer ironia com o apelido do juiz-instrutor ––‘rosa’– aquelas longas horas, que reduziram mais de seis mil páginas a breves ‘crimes’ acusados, foram uma espécie de despinhar da rosa, que por sinal chegou a ser símbolo do par­­tido político a que pertencia – dado que se desfiliou – o an­­tigo governante…acusado.


1. Considerado um megaprocesso, a ‘operação marquês’ te­ve início em 2014, envolvendo quase três dezenas de argui­dos (dezanove singulares e nove coletivas), reportando-se a ‘cri­m ...

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