O André já cá não está. Já não brinca lá fora debaixo deste sol. Já não vem de manhã para a escola com o sorriso e os livros.
Já não o veremos fugir das funcionárias, com aquele ar malandro, pelos corredores fora. Não escreverá à D. Ana no S. Valentim do próximo ano, como tem feito por brincadeira. Nunca mais poderei ralhar com ele nas aulas.
Já chorámos por causa do André. Temos saudades dele. Era um dos nossos e partiu à nossa frente.
Para outro lugar.
Gostamos de ter, como tiveram sempre os nossos antepassados, a certeza firme de que a morte é apenas como mudar de casa. A esperança de que aqueles de que ...
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