Política

Eurodeputado eleito coordenador na Comissão dos Orçamentos

José Manuel Fernandes foi eleito, por unanimidade e aclamação, coordenador do Partido Popular Europeu, na Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu, no dia 3 de Julho.
O deputado afirma que tudo fará para que Portugal não tenha cortes nos fundos da política de coesão, da agricultura e das pescas.
O eurodeputado tem sido um dos principais negociadores do Parlamento Europeu para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP 2021/2027). Na proposta do Parlamento Europeu, Portugal não perde um cên­timo face ao envelope financeiro atual.


Europeias/2019

“Partido da abstenção” o grande vencedor

Sete em cada dez eleitores portugueses não foram votar nas Eleições Euro­peias em 26 de Maio. Há 25 anos, em cada três, dois não votaram (66,16% de abstenções). Desde 1994 a abstenção nas europeias não pára de subir. Há 5 anos ficou em 65,34%, e na última em 69,05%. E não foi o sol de Ve­rão ou a praia que impe­di­ram os eleitores de votar. Os grandes culpados concentram-se na classe políti­ca portuguesa e na União Eu­ropeia.
Ainda que algum partido as tenha vencido, deveriam ter vergonha na cara para se mostrarem triunfantes, ao lado de uma democracia decadente, com um pou­co mais de 25% de eleitores a colocarem a “cru­zi­nha” nos candidatos (25,02%), so­ma­dos aos 69,05% de abstenções, os brancos, 4,25% e nulos 2,68%, entrados nas urnas.


EUROPA forte e frágil 

O trágico evento do incêndio e do colapso do pináculo da catedral de Notre-Dame (Nossa Senhora de Paris), po­deria ser lido como um sinal premonitório do fim de uma civilização, uma cultura, uma religião, o fim da Europa. No entanto, contraditoriamente, todos se uniram, como nu­ma prece, no desejo da sua reconstrução, como se uma parte de nós mesmos tivesse desaparecido e fos­se urgen­te colmatar o vazio e a dor de tamanha perda.
Talvez, afinal, todo o ser humano tenha uma necessida­de visceral de símbolos pensados, construídos, conserva­dos, habitados e encarnados num tempo e num lugar. Tal contradição coloca questões que permanecem sem res­posta: acreditamos, ainda, que a Europa pode ser boa para o nosso futuro? Sentimo-nos, de facto, cidadãos da Europa?


Eleições Europeias/2019 em 26 de Maio

O que vai acontecer?

Este ano os portugueses vão três vezes às urnas: legislativas, re­gio­nais na Madeira e europeias a 26 de Maio, um escrutínio onde par­ticipam 17 partidos cuja ordem, apresentada no boletim oficial, foi sorteada no Tribunal Constitucional (TC) em 16 de Abril, p.p.
O PCTP/MRPP encabeça o boletim; o primeiro dos partidos com as­sento parlamentar a aparecer é o PAN, seguido do Partido Socia­lis­ta (PS), que tem como cabeça de lista Pedro Marques; o PSD, cu­­­ja lista é encabeçada por Paulo Rangel, está na nona posição, an­tes do Bloco de Esquerda; CDS está na 13.ª posição, enquanto a CDU (PCP e Verdes) está em último lugar.


Freguesias precisam de 1150 eleitores para “reverter a união”

Das 1168 freguesias extintas em 2013 e agregadas em Uniões só as que tiverem mais de 1150 eleitores e uma área superior a 2% do território do concelho a que per­tencem po­derão voltar “a ser independentes” das Uniões.
Nas localidades mais afastadas (a dez quilómetros em li­nha reta) da sede do município, o Governo baixa esse re­­­qui­sito populacional e admite que possam desagregar-se com 600 eleitores. Mas neste momento, cerca de 900 freguesias e uniões de freguesias já não possuem o número mí­nimo de eleitores que o Governo fixou no novo diploma.


Eurodeputado do PSD em Vieira do Minho

A má negociação do governo PS pode levar Portugal a perder fundos europeus no quadro financeiro 2021-2027


Assunção Cristas nega que o CDS tenha mudado de posição

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, rejeitou que o partido tenha recuado na questão da contabilização total do tempo de serviço dos professores, afirmando que tem adotado «a mesma posição, clarinha como a água, desde o primeiro minuto».
«O CDS tem a mesma posição desde o primeiro dia (…) Sempre o dissemos e voltamos a dizer: somos fa­vo­rá­veis à contagem de um tempo, que obviamente só pode acontecer quando há condições», designadamente, «cres­ci­mento económico, sustentabilidade financeira e também re­visão da carreira dos professores, avaliação dos profes­sores e aposentação», declarou.


Votar: dever político

Não estou filiada em ne­nhum partido político, con­tu­do sinto o dever de votar. Ele resulta da maturidade política que alcançamos.
O pensar politicamente, ad­quire-se pelo juízo que fa­zemos aos valores que uma cultura defende. Mais ou me­nos conscientemente o espí­rito crítico louva ou reprova o que vê, ouve, lê e ins­­pira as decisões dos nos­sos go­ver­nantes. Essa crí­ti­ca es­pon­tânea, tanto nos pro­voca um amuo, por­que nos deixamos enganar, co­mo a revolta que nos tira de ca­sa e arrasta para uma manifestação pública de protesto.



PS e CDS perguntam pelas obras da Escola

Em comunicados chegados à nossa redacção a con­celhia do Partido Socialista e deputados do CDS ques­tio­nam a resolução das obras de requalificação da Esco­la Básica e Secundária Vieira de Araújo.
O PS questiona a demora para lançamento de concurso público, “que não tem justificação, que preocupa o PS, a comunidade educativa e toda a população de Vi­eira do Minho. Depois de uma tentativa desesperada de desresponsabilização e de uma conferência de im­pren­sa de anúncio de um novo concurso que mais não foi de que um ataque ao PS local, o essencial continua por fazer. Onde pára o concurso”, pergunta a presidente da concelhia local, Vânia Cruz.