Política

País de luto pela morte de Freitas do Amaral

O Governo decretou o 5 de Outubro/2019, dia de Luto Nacional por Diogo Freitas do Ama­ral, que faleceu no Hospital da CUF em 3 de Ou­tu­bro, com 78 anos, vítima de doença prolongada e onde se encontrava internado desde 16 de Setembro.


PS vence eleições e fica a 10 deputados da maioria

Os portugueses votaram e o PS ganhou as eleições legislativas. Mas não conquistou a maioria tão desejada. Com 36,65% dos votos, numas eleições em que a abstenção atingiu os 45,50%, quando há quatro anos foi de 44,1%, e em que o Parlamento receberá deputados de três novos partidos: Iniciativa Liberal, Livre e Chega, a direita sai derrotada e a extrema-direita entra no Parlamento.


Proposta política do PSD

Após a apresentação de várias medidas avulsas, o PSD apresentou a 6 de Setembo, no Porto, a sua proposta política para as legislativas de 6 de outubro.
Rui Rio, presidente do PSD, reafirmou que as prioridades passam por reduzir a carga fiscal, melhorar os serviços de saú­de, reforçar as exportações e voltar a estudar uma ligação nacional em alta velocidade.



Candidatos do Partido ALIANÇA estiveram em Vieira do Minho

Luís Cirilo Carvalho, cabeça de lista da Aliança, à As­sembleia da República pelo círculo eleitoral de Braga, acompanhado por Carlos Vaz, Mandatário Distrital e pelos candidatos Ricardo Ribeiro e Palmira Guimarães, esti­veram na vila da Vieira do Minho, na manhã de 28 de Agosto, onde reuniram com o presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso Barbosa.
No encontro, que serviu para apresentar cumprimentos ao presidente, bem como para discutir assuntos de interesse para o Município, estiveram temas do programa da Aliança às próximas legislativas, tais como Educação, Saúde e Turismo.


Do programa eleitoral do CDS

O programa eleitoral dos centristas para as legislativas de 6 de Outubro não prevê o regresso às 40 horas de tra­balho na Função Pública. Na questão das carreiras dos professores e a contagem do tempo em que estiveram congeladas, o CDS assegura manter a sua posição so­bre as condições para a recuperação do tempo, mas lem­bra que não foi o responsável nem pelo congelamento nem por chamar o diploma das progressões ao Parlamento.


Do programa eleitoral do PS

Com 139 páginas de medidas, agora reduzidas a 9 com­­pro­missos com impacto financeiro, que dariam orça­men­tos bastante austeros, o programa eleitoral do PS con­tém promessas vagas, contas por alto, e cortes discre­tamente anunciados, ao invés do que aconteceu em 2015 As 9 medidas por ordem decrescente: Programa de construção de habitação pública (600 milhões de euros); Du­pli­ca­ção da rede de cuidados continuados (240 milhões); Aumento das deduções em IRS para famílias com mais filhos (200 milhões); Aumento das pensões mais baixas (150 milhões); Criação de um vale para dar óculos a me­no­res que precisem (80 milhões); Construção de creches (70 milhões); Alargamento do vale dentista (60 milhões); Cria­ção de um apoio para colocar os filhos nas creches, a partir do segundo filho (53 milhões); Programa de distri­buição de iPads pelas escolas (30 milhões).


Eleições legislativas 06 de Outubro

As eleições legislativas estão marcadas para 06 de Outubro. Têm 21 das forças políti­cas (partidos) concorrentes, das quais apenas uma é coligação.
São eleitores 10.811.436 portugueses residentes em território nacional e no estrangei­ro (mais 1,1 milhões que em 2015, devido ao recenseamento automático no estrangeiro) que vão escolher o partido que consideram dever ser chamado para o Governo, elegen­do os 230 lugares de deputados da Assembleia da República para a próxima legislatura.


Eurodeputado eleito coordenador na Comissão dos Orçamentos

José Manuel Fernandes foi eleito, por unanimidade e aclamação, coordenador do Partido Popular Europeu, na Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu, no dia 3 de Julho.
O deputado afirma que tudo fará para que Portugal não tenha cortes nos fundos da política de coesão, da agricultura e das pescas.
O eurodeputado tem sido um dos principais negociadores do Parlamento Europeu para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP 2021/2027). Na proposta do Parlamento Europeu, Portugal não perde um cên­timo face ao envelope financeiro atual.


Europeias/2019

“Partido da abstenção” o grande vencedor

Sete em cada dez eleitores portugueses não foram votar nas Eleições Euro­peias em 26 de Maio. Há 25 anos, em cada três, dois não votaram (66,16% de abstenções). Desde 1994 a abstenção nas europeias não pára de subir. Há 5 anos ficou em 65,34%, e na última em 69,05%. E não foi o sol de Ve­rão ou a praia que impe­di­ram os eleitores de votar. Os grandes culpados concentram-se na classe políti­ca portuguesa e na União Eu­ropeia.
Ainda que algum partido as tenha vencido, deveriam ter vergonha na cara para se mostrarem triunfantes, ao lado de uma democracia decadente, com um pou­co mais de 25% de eleitores a colocarem a “cru­zi­nha” nos candidatos (25,02%), so­ma­dos aos 69,05% de abstenções, os brancos, 4,25% e nulos 2,68%, entrados nas urnas.