Diversos

Agro Cabreira comemora 5.º aniversário

Sob a batuta da gerência de Avelino Carneiro da Silva e sua irmã Berta Catari­na Carneiro da Silva a Agro Ca­breira, sediada na Rua Luís de Camões, festejou o seu 5.º aniversário com es­pí­­rito de simplicidade e apostador em continuar a “fazer crescer” a sua ativi­dade comercial – produtos agrícolas, animais, jardins e afins – de forma sustentável, como adiantaram ao Jornal de Vieira.
Para os que passam dezenas de vezes, co­mo nós, em fren­te ao es­ta­­bele­ci­me­nto em causa, é gra­­ti­fi­can­te constatar que existe gen­te de trabalho em Vieira do Mi­nho, feito com dedicação, na procura de uma vida melhor, pautada pela honestidade e verdade.


BRAVAL: recolha seletiva aumenta 8%

A Braval recolheu no ano 2018 17. 242 toneladas de re­síduos recicláveis nos ecopontos existentes na sua área de abrangência, concelhos de Amares, Bra­ga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Mi­nho e Vila Verde. Mais 1. 287 toneladas do que no ano anterior.
O expressivo aumento de 8%, estabelece um novo recorde desde o início desta atividade, no ano 2000, quando foram recolhidas 1.000 toneladas. No total, os resíduos valorizáveis: vi­dro, papel e embalagens, juntamente com a recolha de outros resíduos reciclá­veis: Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletróni­cos (REEE) e Pilhas e Acumuladores, Círios e Velas e Óleos Alimentares Usados, bem como os pneus usados recebidos, atingiram cerca de 19.209 toneladas.


Faleceu o Arquitecto Luiz Cunha

Faleceu em Lisboa, aos 85 anos, o arquiteto por­tu­ense Luiz Cunha (1933-2019), reconhecido autor de arquite­ctu­­ra religiosa (projectos de igrejas e outros edifícios liga­dos à acção da pastoral de Igreja em Portugal). A missa de corpo presente foi celebrada em 6 de Fevereiro na Igre­­ja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, sendo se­pultado no cemitério de Carnide.
Autor consagrado e com renome internacional, Luiz de Sar­­mento de Carvalho e Cunha deixou uma obra ímpar que se insere no chamado pós-modernismo. O seu estilo marca uma épo­­ca da arquitectura em Portugal.


Belmiro Lopes “Profissional do Ano” homenageado pelo Rotary Clube

A família de Belmiro Pinto Lopes (foto), fundador e ad­ministrador da empresa Metalomecânica “O Feliz” foi hemenageada pelo Ro­ta­ry Clube de Braga-Norte que distinguiu Belmiro Lo­pes como o “Profissional do Ano 2018”, num jantar solidário de apoio à delegação de Bra­ga da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Mais de três centenas de pessoas participaram num dos maiores jantares pro­mo­vido pelo Rotary Clube de Braga-Norte, na noite de 2 de Fevereiro, num restaurante de Braga, a favor daquela Liga contra o Cancro.



Turismo Porto Norte de Portugal com novo presidente

Luís Pedro Martins, director executivo da Irmandade dos Clérigos (diocese do Porto) foi eleito para o cargo de presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP). Ao Vatican News o novo director disse que “seria um desafio enorme numa região enorme mas que achava interessante poder mexer na economia da região e dar melhores condições de vida aqueles que lá vi­vem”.


Braval otimiza e reforça rede de recolha

Investimento em novas viaturas

A Braval acaba de receber duas novas viaturas ad­quiridas para a recolha se­le­tiva de embalagens, equi­pa­­das com grua e caixa com­­pactadora, no âmbito da candidatura “Otimização e reforço da rede de recolha seletiva e da gestão de re­­síduos ao nível da produção e reciclagem da Bra­val”.
Trata-se de um investi­men­­to de 292.000 euros, financiado pelo POSEUR (Pro­­grama Operacional Sus­tentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos), atra­vés do Portugal 2020 e do Fundo de Coesão da Uni­ão Europeia.


Viver é risco...

A experiência ensina quase tudo porque no anterior e no depois estamos por conta de Deus, e no presente, somos mandatários de uma vocação e missão tal como Jesus Cristo o foi (enviado do Pai para que nos deixasse um paradigma de vida, modelo com sentido último, de compaixão, misericórdia, sofrimento, amor e ressurreição).
Assim foi com o Po­vo de Deus chamado a esperá-LO, a anunciá-lo, a segui-LO e a dar D’Ele testemunho. Como diz o Salmista: “Ele nos pensou antes da criação do mundo/para sermos santos e irrepreensíveis e em caridade na Sua presença/Ele nos predestinou de Sua livre vontade/para sermos Seus filhos adoptivos por Jesus Cristo”. Saímos da Alma Mater que nos aconchegou e fez crescer em doce seio materno, abençoados pelo brilho da alegria dos nossos pais ao nascermos! Somos também filhos do meio ambiente (natural, social, cultural, político, religioso).
Trazemos um código genético ancestral; e somos filhos do nosso próprio caminho fazendo-o por nossa conta, conscientes, criativos e não simples imitadores de modelos sociais e paradigmas de estatutos e papéis fixos, padronizados, nem sempre justos, belos, bons e verdadeiros.


Visitar os doentes é uma das Obras de Misericórdia!

O ser humano deve ao outro uma profunda Gratidão. Sem os outros seremos fantasmas errantes na vida. Com eles formamos uma Comunidade Global onde não podemos ser indiferentes ao desenvolvimento das sociedades, culturas, comunidades e gentes; devemos fazer o esforço de focar a atenção nos mais frágeis, por­tadores da DOR porque todos passa­re­mos pela expe­ri­ên­cia do so­fri­mento sob uma ou outra for­ma que dói.
Grande par­te das pes­soas alheou-se do próximo; en­vol­­veu-se nu­ma redoma que vai do um­bigo ao cora­ção, passando pelo cérebro atro­fiado nal­gumas crona­xias desliga­das “da resi­dên­cia dos afe­ctos”. Daí que não se conhe­cem a si mes­mos e muito me­nos serão cireneus de al­guém.
É nos mo­me­n­tos adversos, quando carregamos a cruz, que vemos a ausência de luz dos que desistiram de nós. É um amargo cálice que se bebe nesse abandono rezando: “Se os amigos me deixarem em caminhos de miséria e orfandade/Nada temo porque o Pai está comigo” (Liturgia das Horas). Sofremos abraçados à Cruz de Jesus, de forma radical e profunda, no limite das forças, enquanto homens da dor, clamando: ”Meu Deus! Porque me abandonastes”? E Deus estava lá. Esteve sempre lá!


Bandidos viram heróis e polícias tratados como ladrões

André Ventura considera que Portugal desceu a um nível de “um grau zero da ci­vilização”, num comentário ao caso do Bairro da Ja­maica e à manifestação con­tra a polícia.
“É vergonhoso o que se passou no Bairro da Ja­mai­ca e mais ainda o que ocorreu no centro de Lisboa”, defende o jurista, que fala em “manifestação orquestrada”, com interesses políticos.