Diversos


Corfebol em Vieira do Minho

O Clube de Amigos de Vieira (CAVA) e a Associação Na­cional de Desporto para o Desenvolvimento Intelectual (ANDDI) organizaram, no dia 5 de Dezembro, o “KorfCAVA 2018” no Pavilhão Municipal Professor Aníbal Nascimento. Foi um Encontro Experimental de Corfebol, modalidade que tem dado os primeiros passos na população com deficiência intelectual e no qual participaram cerca de uma centena de atletas do CAVA e do Agrupamento de Escolas de Vieira de Araújo; da ASSIS e da Casa de Trabalho de Fontarcada, am­­bas da Póvoa de Lanhoso; da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha de Cabeceiras de Basto; do Centro D. João Novais e Sousa de Braga; da CERCIFEL, Cooperati­va de Solida­riedade Social de Felgueiras, do Clube da Asso­cia­ção Por­tuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Men­tal (APPACDM) de Gaia e da Santa Casa da Mise­ri­cór­­dia de Vila do Conde.





Banco Alimentar Contra a Fome

A campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome de Braga rea­li­zada no primeiro fim-de-semana de Dezembro registou 159,8 toneladas de alimentos, que vão ser distribuídos às Instituições Privadas de Solidariedade Social, previamente se­lec­­cionadas e acompanhadas ao longo de todo o ano pelo Banco Alimentar de Braga.
A campanha decorreu em 99 supermercados e mobilizou 3000 voluntários, em todo o distrito de Braga.


70 anos de Direitos Humanos

Em 10 de Dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Na­ções Unidas – ONU– aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Passaram-se 70 anos, e esta Declaração Universal foi lembrada e citada muitas vezes, perante a crua reali­da­de do incumprimento destes direitos e deveres dos seres humanos.
A 1ª Guerra Mundial (1914 a 1918), foi uma carnificina, saldada em cerca de 8 milhões de mortos. “Nunca mais a guerra”, foi o lema criado diante daquele horror. Na­da feito. Em 1939 iniciava-se a 2ª Guerra Mundial, que se prolongou por 6 anos e contou 56 milhões de mor­tos – em boa parte civis – e depois do holocausto e da destruição sistemática de países inteiros, ocorreu no­va tentativa de colocar ordem no mundo com a criação da ONU, a Organização das Nações Unidas. 


POBREZA

Com cerca de 2 milhões de pobres Portugal “nunca teve tão poucos” mas não entre os idosos

A taxa de pobreza em Portugal, segundo os últimos dados (7/12/18) do Instituto Nacional de Estatística diminuiu e é na pobreza infantil que se notam progressos mais expressivos. Mas há grupos onde as melhorias tardam a chegar: desempregados, idosos, reformados, entre outros.


Mais de 22.000 empresas fechadas de Janeiro a Outubro/18

Até Outubro encerraram 22.166 empresas, praticamente o dobro, em relação ao ano passado, com o sector dos ser­viços, do comércio e da construção liderarem o ranking dos encerramentos.
A que se deve, este aumento extraordinário no fecho de empresas, quando tanto se propala o renas­ci­mento da economia e crescimento do emprego? A crise dos últimos anos, cujos efeitos persistem, a criação de novas em­presas muito acima do crescimento da economia, as no­vas facilidades da concessão de empréstimos sem ga­ran­tia de condições de sobrevivência, as questões mera­me­n­te administrativas, já que o Estado parece estar a pres­tar mais atenção às regras que ditam que em­pre­sas sem ati­vidade devem ser dissolvidas, poderão ajudar a explicar esta crise que subsiste.


Euro-deputado questiona legalidade do financiamento de obras do Estado com verbas dos municípios

O euro-deputado José Ma­­nuel Fernandes questionou a legalidade do finan­cia­­mento de obras públicas que são da responsabilidade do Estado com verbas dos municípios. A denúncia foi deixada no colóquio sobre “A Descentralização em Curso: reforço ou esforço da autonomia local?”, que de­­correu na Escola de Di­rei­­to da Universidade do Mi­nho, com a participação de autarcas e juristas.
“Há muitas obras como es­colas ou centros de saúde que são da responsabilidade do Estado, mas estão a ser construídas com di­­nheiro dos municípios e de fundos europeus que es­ta­vam destinados às autar­quias. Assim, temos as au­tar­quias - nos limites da le­ga­lidade - a financiarem o Estado”, afirmou o Euro-de­pu­tado.