50 Anos Jornal de Vieira  1972 - 2022

Editorial

Os Santos Passos

A celebração da via-sacra, outrora tão enraizada na piedade popular, dado o seu conteúdo espiritual, teoló­gi­co e pastoral, permite-nos penetrar simultaneamente na Paixão de Cristo e no Mistério da Ressurreição.
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Quaresma

“Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade”

Na mensagem para a Quaresma 2024, que ontem (14 de Fevereiro, quarta-feira de cinzas) começou, o Papa Francisco reconhece que a humanidade de hoje atingiu “níveis de desenvolvimento científico, técnico, cultural e jurídico capazes de garantir dignidade a todos”, mas o risco é que, sem rever os estilos de vi­da, se caia na “escravidão” de práticas que arruínam o planeta e alimentam as desigualdades.
“Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade”.
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A Inteligência Artificial e o futuro dos jornais

Estimado assinante

Iniciamos esta crónica de Ano Novo com a saudação de “estimado assinante”, não para lhe vender um novo produto ou pedir para cumprir a sua anuidade no início do ano, e não no fim, como ainda muitos o fazem, mas para lhe dizer um “sentido obrigado” por estar a ler este editorial, excepcionalmente mais longo que o habitual. Um gesto que significa que iniciamos uma conversa com um assinante que comprou e está a ler um jornal, em suporte físico ou digital. Um facto que, aparentemente trivial, reveste-se de importância capital para os dias e os crises que atravessa imprensa regional em papel, com a chegada da “inteligência artificial”. Ele significa que “acredita no papel do jornalismo e percebe o quanto ele é essencial ao bom funcionamento de uma democracia” (Marques Lopes).
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Natal do Menino Deus

O Natal está à porta e, com ele, o repto a levantar a cabeça para contemplar no presépio, a Casa Comum, o Menino de Belém, com porta aberta a todos: ponto de encontro de Deus connosco e de encontro de todos os Seus filhos. Todos, todos. Ninguém é marginalizado no Presépio, nem sequer os animais.
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Imaculada Conceição

É a “cheia de graça”, que o anjo Gabriel saúda e anuncia que foi escolhida por Deus, desde toda eternidade, para ser Mãe do Salvador, o Filho de Deus feito homem que veio morar entre nós. A Igreja celebra na Solenidade da Imaculada Conceição em 8 de Dezembro, 9 meses antes da festa da sua Natividade (8 de Setembro) e no início de cada ano litúrgico e advento.
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O Sonho da paz

Em 1963 o Papa Juan XXIII publicou a encíclica “Pacem in terris”, que diz que “a paz na terra é a suprema aspiração da humanidade ao longo da história e não po­de estabelecer-se nem consolidar-se fora da ordem estabelecida por Deus”.
Dois anos antes desta publicação foi construído o Muro de Berlim, que dividiu esta cidade que durante 27 anos, separou a Alemanha Oriental da Ocidental e viu morrer muitos berlinenses que desejavam alcançar a liberdade.
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A vinha frutificará... sem vingança

Para quem sabe da poda, o tempo festivo das vindimas já lá vai! E as vinhas, nestes primeiros dias de Outono, são apenas a explosão da cor, (para quem viajar pelo região vinhateira do Douro) e uma parábola para rever e contar.
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EDITORIAL

Evento de grande sucesso

Um mês depois das Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa, estamos ainda a surfar a onda do amor, o entusiasmo e a esperança provocada pelo encontro de tantos jovens de todo o mundo e pelas palavras incisivas do Papa Francisco, mas em breve a onda vai quebrar e o risco de descansar na praia já espreita.
Apagaram-se os holofotes da JMJ Lisboa 2023, mas não se apagam as emoções íntimas e intensas no coração de quem viveu por dentro este evento.
Não se tratou de umas “férias” em Portugal, “nem de uma viagem turística e muito menos de um mero evento es­piritual” – como frisou o Papa Francisco – mas sim de “um encontro com Cristo vivo através da Igreja”.
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Férias, fadiga e descanso

Sempre foi assim. Mas há uma época do ano em que o cansaço e o trabalho, acumulado em dias, meses de horas extra de fadiga, pesa mais; cansados, “estamos todos a precisar de férias”.
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Junho a dádiva do tempo

O mês de Junho é a respiração do meio do ano, com os dias mais longos e as noites mais curtas. É a dádiva do tempo presente, com os dias e as horas festivas. É o mês das festas populares, académicas, religiosas e profanas.
Não sei se será assim em todas as regiões do mundo, mas em Portugal elas coincidem com os meses quentes da Primavera e Verão e marcam o ritmo da respiração dum povo e duma sociedade cuja vida estiola cada vez mais. Um povo que já não em tempo para fazer festas, é um povo que já não vive.
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