Do Cávado ao Ave

RUIVÃES

Vieira desvaloriza Ruivães

Esta afirmação, sem ferir sus­ceptibilidades, tem a sua ra­­zão de ser, até porque fe­re os sentimentos dos rui­va­nenses que não gostam de ver a sua terra me­nospreza­da nos seus valores históricos e de identidade, menos ainda por quem tem obrigação de os defender.
Um exemplo disso foi um ar­tigo publicado no Jornal de Vi­eira, na edição de 1 de De­zembro de 2018 na última pá­­­gina e destacado a azul, em que se faz uma resenha da “História do concelho de Vi­eira do Minho”.
Aí se faz referencia às fre­guesias que integram o Con­celho, onde se valoriza as que estão agraciadas com “Carta de Foral”, mas no que toca a Ruivães, lamentavelmente não mereceu o mesmo tratamento.
È frequente isso acontecer, não sei se trata de igno­rância ou má vontade, mas neste caso a omissão de Rui­vães como também de­ten­tor de Carta de Foral é imper­doá­­vel, tão só porque a esta vila foi concedida a que é a mais antiga do Concelho.


ROSSAS

Recebe visita do Executivo Municipal

Na continuidade do péri­plo de visitas pelas freguesias do Concelho, o Execu­ti­­vo Vieirense, liderado por António Cardoso, deslocou-se no dia 24 de Janeiro a es­ta freguesia.
A visita, iniciada com um per­curso pelos lugares de Ros­sas, teve por missão si­nalizar e identificar problemas e necessidades atuais e futuras daquela freguesia mediante a auscultação da população local e das suas forças vivas.


TABUAÇAS

Foi há 14 anos... um amigo especial

Recentemente, em con­ver­­­sa de amigos, a dado pas­­so questionava-se:
- Quem foi a pessoa que mais ajudou os pobres e os desfavorecidos em Vieira do Minho? Após breve compasso de espera ouvia-se: - Foi o Padre Lima. Fiquei sa­tis­feito, pois partilhava a mesma opinião. E adiantou alguém: - Foi o único a visitar o meu irmão enquanto ele permaneceu na prisão…
As primeiras recordações que me ocorrem do Pe. Li­ma foram as de professor da Telescola e da Escola Vieira de Araújo, nesta, como professor de Educação Moral e Religiosa. Numa certa aula, seleccionou perto de 8 alunos para vi­sitarem a quinta de S. Roque. Se assim o pen­sou melhor o fez. Fiquei de­sapontado por não ser es­colhido. Hoje, compreendo o porquê: o “Zé Manuel não es­tava nos eleitos. Apenas os humildes e pobres via­jaram no seu famoso ca­ro­cha”, o primeiro carro que te­ve.


CANTELÃES

Escola de Música

A Associação Cultural Re­­­creativa e Desportiva, “Os Ceifeiros de Cantelães” vai abrir uma escola de mú­sica nesta freguesia.
Dinamizar a aprendizagem musical e a prática ins­tru­mental, como a da con­certina, cavaquinho e viola e sensibilizar os alunos pa­ra a arte dos sons, é o ob­je­cti­vo fulcral desta Escola de Música.
As aulas terão inicio no mês de Março e todos os in­teressados em iniciar ou de­senvolver a aprendizagem destes instrumentos podem-se inscrever junto da as­sociação “Os Ceifeiros de Can­telães” ou através do Te­lemóvel 916 922 951. O local escolhido para as aulas é o espaço do antigo in­fan­tário, junto à sede da Jun­ta de Freguesia.


PARADA DE BOURO

Recolha de lixo

À nossa redacção chegou uma chamada de atenção por uma habitante desta freguesia com “um reparo” sobre a situação da reco­lha de lixos e grandes “monos” que se acumu­lam durante semanas na rua das Ameixoei­rinhas.
A moradora queixa-se dos responsáveis da situação, que já lhe tem causado incómodos, dado o lixo acumulado fora dos contentores, e da falta de resposta da Junta de freguesia a quem já alertou para solucionar a situação.
Aqui deixamos o alerta e a recomendação de que os “monos” só devem ser colocados nos locais de recolha na última quarta-feira de cada mês.


GUILHOFREI

Bodas de Ouro matrimoniais

Com a presença de um con­siderável número de fa­mi­liares, convidados e amigos, celebraram no dia um do corrente mês de Feverei­ro o jubileu das suas bo­das de ouro matrimoniais, An­tó­nio José Vieira de Oliveira e Maria da Conceição Cunha Barros.


VILAR CHÃO

Balões de oxigénio na economia rural de subsistência: 39 tratores

1. No dia 2 deste mês de fevereiro de 2019, completaram-se 47 anos sobre a chegada do primeiro trator à freguesia de Vilar Chão. Chegou pela mão e pela cabeça do ex-emigrante e agricultor Mário Fernandes Gomes, que recorda esta data, também pela curiosa coincidência dos números: 2 do 2 de 1972!. A quem lhe pergunta como lhe ocorreu a ideia da aquisição de um trator, naquele tempo de má memória, mas promissoramente desanuviado pela chamada “Primavera Marce­lista”, recorda a circunstância da emigração, na década de 1960, condição partilhada por não poucos dos seus coetâneos e conterrâneos. Foi nos seis anos de emigração em França (1964-1972), com a familiaridade de máquinas de construção civil e, natural­men­te, com a penosa aquisi­ção dos necessários recursos financeiros que conseguiu angariar, com os quais pô­de pagar os seis contos que pediu a um conterrâneo pa­ra dar ao “passador” e conseguir amealhar o suficiente para poder adquirir o tra­tor. Recorda que, para a aquisição do trator contou com a compar­ticipação estatal de 28%, facto que abona a favor da nova e meritória po­lítica do governo de Mar­cel­lo Caetano em prol da eco­nomia e dos trabalhadores rurais.


Novas instalações da Agência Ribeiro e Fernanda Ribeiro (Solicitador)

VIEIRA DO MINHO

Em 2 de Fevereiro, foi inaugurada a nova Agência Ri­beiro que fica localizada na Avenida Barjona de Frei­tas na antiga Casa dos Gau­­­­­dêncios. A inauguração con­tou com a presença do “mentor Comandante Ribeiro” que abriu há 29 anos a loja no Centro Comercial Al­to Minho, da filha Fernanda Ribeiro Lopes, solicitador, do forense Manuel Lopes, da funcio­nária Marisa Ribeira, da re­pre­sentante da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de execução, Pau­la Pereira, do presidente da Câmara Municipal de Vieira do Mi­nho, António Cardoso, Tra­ves­sa de Matos e Albino Car­neiro, ex-presidentes da Au­tarquia, Padre Nuno Cam­­pos, Ajudante do Comando da GNR, António Sil­va, Provedor da Santa Casa de Misericórdia, Luís Car­nei­­ro, entre outros convidados. O evento teve início pe­­las 15 horas e também con­­tou com a participação de muitos populares.


VILAR CHÃO

Atividades recreativas das comissões de festas

Embora nem todos o reconheçam, as Festas Religiosas Populares, que regularmente se celebram nas nossas co­mu­nidades rurais, re­pre­sen­tam um potencial es­pi­ritual, cultural e recreativo inesgotável. Hoje, apraz-nos registar e enfatizar a novidade desse potencial de virtudes e de valores que estas fes­­tas constituem e promovem não se reduzir aos dias de Festa pro­pria­me­nte ditos, mas estarem a inspirar e pro­mo­­ver, no seio das comu­ni­da­­des em que se realizam, um admirável con­jun­to de ati­­­vidades, projeta­das, pro­gra­­madas e concreti­zadas pe­las respetivas Comissões de Festas.
No caso da comunidade de Vilar Chão, são duas as fes­tas que, desde tempos ime­­mo­riais, se realizam na fre­­gue­­sia: a Festa da Senhora de Fátima, no primeiro do­min­go de maio, e a Festa do Senhor, no terceiro domingo de agosto.