Do Cávado ao Ave

ROSSAS

Freguesia de “Rossas”: como escrever a designação!

Segundo o Jornal de Viei­ra de 15/07/2020 (pág. 3) a freguesia de Rossas comemorou o 19º aniversário da elevação da freguesia a “Vi­la”, estatuto obtido em 12 de julho de 2001. No ambiente do convívio colocou-se a ideia de mudança do no­me para “Roças”– sustentada na “designação que era utilizada na antiga gra­fia”. Como natural desta freguesia, que muito prezo, entendi expressar um pouco o que entendo relativamente a estes particularis­­mos.
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ANISSÓ/SOUTELO

Câmara em visita de trabalho

O executivo municipal de Vi­eira do Minho deslocou-se em 16 de Julho à União de Freguesias de Anissó e Soutelo em visita de trabalho que integrou uma reunião e uma passagem pelas obras e empreitadas realizadas nas freguesias.
A visita integra o périplo que o executivo vem efe­ctuan­do em todas as freguesias do concelho para visitar obras em curso, conhecer projectos e dar conta dos investimentos efectuados e a efectuar.
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SOENGAS

Senhora do Socorro

No último domingo de Ju­­­nho a pequena comunidade paroquial de S. Mar­ti­nho de Soengas prestou con­digna homenagem à Senhora do Socorro. Sem fo­gue­tório, música, conjuntos, procissões e outros ajuntamentos não autorizados em tempos de confina­men­tos e distanciamentos fí­sicos impostos pela pan­de­mia covid19, o programa da festa ficou confinado ao es­tritamente religioso: reci­ta­ção do terço e celebração eucarística pelas 09h00. Tudo como mandam as regras impostas pela Saúde Pública, com as devidas más­caras e distanciamento regulamentar.
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CANIÇADA

Sem comentário

A fotografia foi registada na nossa objectiva às 14:53 de 13 de Agosto de 2018, e assinala a primeira curva após o acesso ao CM nº 530 que dá para a igreja de Caniçada, na EN 304, Entroncamento/Pontes de Rio Caldo. Cerca de dois anos depois (22/07/2020), as Infra- estruturas das Estradas de Portugal corrigiram esta e mais três irregu­laridades num remendo do preto asfalto, situadas nos limites de Caniçada, sinalizados com pla­ca de “lomba” e que terão provocado alguns aci­dentes rodoviários.

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EIRA VEDRA

Santa Ana

Sem a popular compo­nen­te festiva e pagã, (que muitas vezes marca o programa das festividades religiosas, celebradas “a pretexto dos santos”), no lugar de Loureiro, desta freguesia, onde se venera, presta culto e devoção aos pais de Nossa Senhora, teve lugar a celebração em honra de Santa Ana e S. Joaquim.
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Casa Florestal em ruínas. Quem pode acudir

No passado dia 13 de maio (2020), quase ao cair da noite, passando, em modo de ca­mi­nhada, pela enésima vez, pelo recinto da «Casa Florestal» de Vilar Chão, no emble­mático lugar da Pedreira, ali mesmo, no sopé da pobre Ser­ra da Cabreira, observando, também pela enésima vez, o estado de abandono e de degradação de que foi e con­ti­nua a ser objeto aquele ícone da vida e da história da comunidade de Vilar Chão e do município de Vieira do Minho, fomos assaltados por um turbilhão de sen­ti­mentos e de pensa­me­n­tos que não conseguimos inibir e que reconhecemos dever partilhar, sem saber, porém, a quem, em pri­­­meira e úl­­tima instância, principalmente nos deveríamos dirigir, para fazer de­­núncia e pedir contas por este “crime” contra o património do nosso Interior rural!
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“Gratidão e Confiança” nos 25 anos da igreja das Cerdeirinhas, obra do Padre Lima, apresentada em livro

A Paróquia de Tabuaças comemorou a 19 de Julho, os 25 anos da inauguração e dedicação da igreja Santa Maria Mãe de Deus, nas Cer­­­deirinhas e apresentou o livro “Gratidão e Confiança: Padre António Pereira Li­ma-Uma vida por Vieira do Minho.
As cerimónias iniciaram-se às 11h30 com a Eucaristia presidida pelo Vigário Ge­ral da Arquidiocese de Braga, o Cónego José Paulo Abreu e terminaram por volta das 14 horas. Na Eucaristia, solenizada pelo coro paroquial, o representante do Arcebispo Primaz “deu gra­ças a Deus pelos 25 anos de uma Igreja cons­truí­da de pedras vivas... pedras vivas co­mo o Padre Li­ma, pedras vivas como todos os benfei­to­res, muito ain­da entre nós, outros já gozando do eterno descanso”. O Cónego José Paulo Abreu referiu que “o Mundo em que vivemos, está presente a realidade do bem e do mal, do certo e do errado, e tantas outras situações que agradam e desagradam a Deus. Que es­ta liturgia nos anime a servir o Senhor com paciência, per­severan­ça e fé, fortalecendo-nos no compromisso de semear a semente das bo­as obras para que o Reino cresça e produza muitos frutos”.
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LOUREDO

Cinquentenário da Senhora de Fátima

A comunidade paroquial da freguesia de Louredo es­te­­­ve em festa, no último do­min­go de Julho, para celebrar, digna e solenemente, os cinquenta anos da construção da capela da Senhora de Fátima, no Outeiro das Coroas, inaugurada pe­lo arcebispo D. Francisco Ma­ria da Silva em 26 de Ju­lho de 1970.
Se a inauguração teve di­rei­to à presença e benção do pre­lado da Arquidiocese, tam­bém a celebração do cin­­­­­­quentenário contou com a presença do arcebispo Primaz de Braga, não fosse D. Jorge Ortiga, colega de curso do pároco de Louredo da Ri­­beira, de Cova, Ventosa e Ta­buaças, o Pe. José da Silva Alves.
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CANIÇADA

Alminhas da Rechã

Apesar de situadas junto ao marco da estrada nacional 103, kl. 70, no percurso Braga/Chaves, dada a sua construção, quase rente ao chão, as alminhas do lugar da Rechã desta freguesia, se­rão pouco conhecidas mes­­mo dos habitantes de Ca­­ni­çada, pese embora a sua imagem nas redes sociais e recentes pu­blicações editoriais.
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RUIVÃES/CAMPOS

Árvores monumentais

Árvores centenárias, co­mo a Carvalha do Lombo, a Car­valha da Pedreira, a Car­­va­lha das Chêdas e o Cas­ta­nheiro do Ai do Rio do Brás, foram no seu tempo - e esta última ain­da é - alguns dos ex-libris da Aldeia de Es­pindo.
As 3 Carvalhas que aqui recordo, não resistiram aos ca­prichos do homem e da na­tureza, fazendo, infelizmente, já parte do passado. Todas elas deram nome aos lo­cais onde nasceram e floresceram, se desenvolveram e testemunharam en­con­tros e de­sencontros.
Ainda que a Carvalha da Pe­­­­dreira e a Carvalha das Chê­­­das não constituíssem pe­rigosidade para a popula­ção, a Carvalha do Lombo es­­sa sim, havia quem te­mes­se que um dia caísse em cima da casa contígua ou pa­ra a Rua Central e admitia-se que a mesma fosse der­rubada; porém, provo­ca­da por desco­nhe­cidos, uma fogueira de grandes dimensões feita no interior do seu enorme tronco oco, determinou antecipadamente o seu fim. À data, houve quem tenha chorado quando deu de caras com a que­da da companheira de memórias de infância.
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