Igreja

Assembleia Geral da Sociedade S. Vicente de Paulo

Convocada pelo Conselho Central de Braga da SSVP, te­rá lugar no próximo dia 22 de Fevereiro, com início pe­­las 14. 30 horas, nas instalações da igreja da Vila a pri­mei­ra Assembleia Geral Vicentina da Zona de Vieira do Mi­nho, efectuada no âmbito do Plano de Atividades já di­vulgado, para o ano pastoral 2019-2020.
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O Palácio dos sem-abrigo com vista para o Vaticano

Palazzo Migliori, edi­fí­­­cio do início do século XIX que o Papa man­­­dou adaptar para ser ca­sa para pessoas sem-abrigo, e que alberga cerca de 50 homens e mulheres sem-abrigo que dormem nos 16 quartos com vista privilegiada para a Praça de S. Pedro.
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Palavra e Vida

Durante esta quinzena a Liturgia ajuda-nos a encontrar caminhos de santidade.
Esta pedagogia divina, revelada em Livros do Antigo Tes­­tamento como no de Bem-Sirá que lemos no VI Do­min­­­­go (dia 16) alerta-nos para o bom uso da nossa liber­da­­­­­de: “Se quiseres…” Somos livres. As escolhas são sempre nossas.
Criados à imagem e semelhança de Deus, vamo-nos afas­­tando d’Ele pelo pecado (uma livre e má escolha).
Também usando de liberdade, podemos restabelecer a harmonia original por caminhos propostos no Evangelho segundo S. Mateus: “Não matarás!”.
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Nossa Senhora da Boa-Morte

Pelos 13 anos, frequentava a Escola Apostólica da Província Portuguesa da Companhia de Jesus. E a minha avó ma­ter­na, confiante no meu futuro sagrado, escreveu-me um dia:
“Não te esqueças de pedir a Deus que me dê uma boa mor­te.” Levei o pedido a sério e logo respondi:” “…e não me es­que­­cerei de rezar para que tenha uma boa morte.” A reacção imediata da família quase dava cabo da minha incipiente vi­­da sagrada. Aprendi que todos queremos “morrer bem”, mas que ninguém quer morrer. Mas como seria possível ter boa morte se não morrermos?
Muitos anos mais tarde, descobri que “boa-morte” é a tra­du­­ção literal e exacta de “eu-tanásia”. E mais: existe uma San­ta Atanásia (=imortal) mas não conheço nenhuma Santa Eutanásia e muito menos Santa Tanásia (ou Santa Morte, que pelos vistos já não será tão bom…). Reza a tradição, isso sim, que a “boa morte” de Nossa Senhora foi notável: ro­deada pelos devotos, pelos Apóstolos e pelos Anjos, que a le­­vam para o céu sob a autoridade do seu filho Jesus (lendas antigas e pinturas clássicas). É a célebre, linda e significa­ti­vamente chamada Dormição de Nossa Senhora. Nada disto, aliás, está em questão: só pode haver registos do que se pas­sa neste mundo. A eutanásia, portanto, só pode ser discu­tida como coisa que é deste mundo – com vasto leque de sen­timentos positivos e negativos, implicações de ordem eco­nómico-política, religiosas… – e tudo isto formando um denso “nevoeiro ético”.
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«Eutanásia não acaba com o sofrimento, acaba com uma vida»

D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga, escreveu uma car­ta aberta aos deputados portugueses para explicar o seu “não à Eutanásia e ao Suicídio Assistido”, considerando que se está perante uma “interrupção voluntária do amor e da vida”.
“Com a eutanásia e o suicídio assistido provoca-se deli­be­ra­damente a morte de outra pessoa (matar) ou presta-se ajuda ao suicídio de alguém (ajudar a que outra pessoa “se mate”). A eutanásia não acaba com o sofrimento, acaba com uma vida!”, lê-se na missiva, divulgada através do sítio online da Arquidiocese de Braga.
D. Nuno Almeida considera que, quer a eutanásia, quer a obstinação terapêutica, “desrespeitam o momento natural da morte (deixar morrer)”, dado que a primeira antecipa esse momento e a segunda “prolonga-o de forma artificialmente inútil e penosa”.
A Assembleia da República agendou para 20 de fevereiro o debate dos projetos do BE, PS, PAN e PEV sobre a des­pe­na­lização da eutanásia em Portugal.
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Dez anos do PASSO-A-REZAR

O site www.passo-a-rezar.net, uma iniciativa da Rede Mundial de Oração do Papa em Portugal, celebra a 17 de Fe­­­vereiro, dez anos de existência. Para assinalar o aniver­sá­rio, os seus responsáveis disponibilizam uma oração es­pe­cial de comemoração, que os utilizadores são convidados a re­zar com a família, a comunidade paroquial ou gru­po(s) a que pertencem. O desafio passa também por captar, em foto­grafia ou vídeo, esse momento, partilhando as imagens nas redes sociais.
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Programa da Semana Santa de Braga

O programa celebrativo da Quaresma e Semana Santa em Braga, no ano 2020, apre­sen­­­­tado à comunicação social em 4 de Fevereiro, para além do que é habitual apresenta algumas novidades. Entre elas está o “Desvendar a Semana Santa a brincar”. Uma inicia­ti­­­­va resultante da acção desenvolvida pelo Grupo de Envolvência da Comissão Or­ga­ni­za­­­­dora. O seu objectivo é permitir às gerações mais jovens, e de uma forma lúdica e di­­­­vertida, desvendar a riqueza e o significado das celebrações, procissões e de todo o pa­­­trimónio referentes à Semana Santa em Braga.
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Palestra do Clero Vieirense

D. Nuno Almeida insiste na criação de “grupos de reflexão” em todas as paróquias

Na residência paroquial de Anissó, reuniram os sa­cer­dotes, párocos do arci­pres­tado de Vieira do Mi­nho, em 30 de Janeiro, na sua habitual palestra mensal.
Presidida por D. Nuno Al­­­meida, bispo auxiliar da ar­­­quidiocese de Braga, a mes­ma cumpriu a agenda previamente enviada em correio electrónico pelo ar­ci­preste, Pe. Albano Costa, a todos os párocos, tendo começado, como sempre acon­tece, com a oração de Laudes e terminado com o almoço/convívio.
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Palavra e Vida

Iniciamos esta quinzena com a celebração da Festa da Apresentação do Senhor. A Liturgia convida-nos a medi­tar no Mistério da Encarnação, partindo da atitude de obe­­­diência.
Há uma Lei de Moisés, lei para os homens, que o Filho de Deus cumpre, dando testemunho de ter assumido ple­namente a nossa natureza humana.
Apresentado ao Templo, oferecido a Deus, como a Lei prescrevia, dá testemunho público da aproximação física e visível de Deus Criador, às criaturas humanas, que ama desde toda a eternidade.
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Papa recorda “responsabilidade moral” de cuidar da casa comum

A consideração que jamais se deve perder de vista é que “somos todos membros de uma única família humana”, portanto, temos o dever moral de cuidar uns dos outros, escreve Francisco aos participantes do Fórum Económico Mundial.
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