Opinião
Irmãos pequenos do vento
Não é fácil explicar como é que eu e tantos outros conseguimos ultrapassar as fases da infância e da adolescência.
Fazíamos coisas disparatadas sem que alguém nos protegesse. Saíamos em grupo para tomar banho no velho açude, mesmo sem antes termos aprendido a nadar correctamente. Partíamos de bicicleta, sem capacete, para tão longe quanto aguentassem as forças ou a fome. Íamos sem destino. Entrávamos em cavernas e perdíamo-nos lá dentro. Trepávamos muros altos para entrarmos em casas abandonadas, onde estabelecíamos o nosso refúgio. Fazíamos explorações, rasgávamo-nos, sujávamo-nos.
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Dias intermináveis de sobrevivência
Nour tem 14 anos e Zahraa 12. Estão deitadas numa cama de hospital de Beirute. Com vozes suaves, de meninas sofridas, partilham as suas histórias com uma psicóloga da UNICEF.
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BICADAS DO MEU APARO
Leão XIV, Cirilo da Rússia e Trump
Os homens que iniciam e fomentam uma guerra militar no terreno, conhecem os seus adversários, mas, sempre, não são eles que morrem na guerra. Os homens que combatem na guerra, não se conhecem, mas são os que morrem. E disto, percebo eu!
Os mandantes invasores e invadidos, nunca têm filhos para mandar para a guerra. E se têm e se nomeados forem para a guerra, normalmente são colocados nas secretarias e devidamente protegidos da guerra. Como diria meu avô: “quem sofre é o mexelhão, quando o mar bate nas rochas”.
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Certos ‘salvadores’ sem memória
É uma tendência crescente, em muitos setores da nossa sociedade, que quem entra em substituição como que faz ‘tábua rasa’ de quanto aconteceu antes dele, pretendendo dar início a algo ‘novo’, que pode ser tão interessante quão ridículo ou mesmo acintoso para com quem foi substituído…Vemos isso na vida política – governo geral, autarquias e até partidos – e mesmo no âmbito religioso, sobretudo por ocasião das mudanças – habituais ou ocasionais – de responsabilidade nas paróquias. Qual a razão desta tendência assim tentadora? Como se explica este fenómeno? Será de agora ou já se verificou no passado? Que revela isso sobre quem faz tal?
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“Sempre apressada...”
Há uns tempos, encontrei um amigo que já não via há muito. Ele um pouco mais robusto do que outrora; eu o mesmo “trinca-espinhas” de sempre.
Conversa puxa conversa, deambulámos pelas nossas memórias. Falámos das nossas diversões, dos nossos amigos, de pessoas conhecidas... enfim, da nossa concha.
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Bons Malandros...
O Verão fugira e o Outono chegava de mansinho...
Recuo ao ano de 2010, quando na qualidade de pai, fui à escola no primeiro dia de aulas do mais petiz da prole, que nesse ano ia começar uma nova fase escolar, sendo preciso levá-lo à Escola EB2,3 - o Ciclo como antigamente se chamava.
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BICADAS DO MEU APARO
O Diabo, as guerras e danação
Devido à guerra iniciada pela Rússia, Estados Unidos, Israel e outros conflitos sociais, afirma o povo que os respectivos líderes estão loucos ou se encarnou neles o Diabo. Mas o Diabo existe e actua? Vejamos.
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Mais desconfiados nos tornamos
«A população entre os 18 e os 64 anos confirma que Portugal passou a inserir-se na grande tendência internacional de isolamento dos mais novos e dos mais pobres. As pessoas que se sentem sós são mais frequentemente jovens, precários e com rendimentos mais baixos… Comparando 2025 com 2015, a diferença é evidente: há uma clara redução do número de amigos íntimos, um aumento do sentimento de solidão e uma diminuição da integração social, apesar de as pessoas não parecerem ter noção desta alteração».
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Cultura que nos afasta de Deus
Por cultura, muitos erros são tidos por coisas boas quando na realidade, em lugar de nos enriquecerem espiritualmente, podem causar retrocesso no caminho que escolhemos seguir.
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Da falta de padres ao colapso dos matrimónios – a mesma razão?
«É a partir do cuidado da interioridade que se deve urgentemente recomeçar na pastoral vocacional e no compromisso sempre novo da evangelização. Neste espírito, convido todos – famílias, paróquias, comunidades religiosas, bispos, sacerdotes, diáconos, catequistas, educadores e fiéis leigos – a empenharem-se cada vez mais em criar ambientes favoráveis para que este dom possa ser acolhido, alimentado, protegido e acompanhado, a fim de dar fruto abundante».
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