Opinião

BICADAS DO MEU APARO

Democracia aos solavancos

Há cerca de meia dúzia de anos tornou-se público de que Portugal era uma democracia pluralista, saudável, atenta a reveses e que dentro do possível os seus actores serviam mais ou menos bem o país. No momento pre­sente, já se aponta a nossa democracia como doente, desatenta e a servir mal o povo. Portugal, dizem, passou a democracia debilitada, musculada, desorientada e exercida aos solavancos.
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Politicando…

No ano de 2021, mais uma vez, os portugueses serão cha­ma­dos às urnas, desta feita para a eleição dos órgãos au­tár­quicos, quiçá as eleições que representam a maior vitória de Abril, e, sobretudo, aquelas onde as pessoas sentem que o seu voto é mais útil e representativo da sua vontade.
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Urgência duma nova cultura

Nunca devemos perder oportunidades.
Em tempo de Quaresma, de reflexão, de ambiente propício a conhecer-nos melhor, não podemos passar à frente, acu­mulando maldições pelas provações que uma pandemia nos impôs.
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A pandemia uma grande oportunidade de arrumar com o passado

Se falarmos com velhotes em lares, muita da conversa trata-se de tempos passados, no sentido de, “tempo perdido na corrida da vida“ ou “ainda falta de tempo para con­cre­tizar muita coisa no resto do percurso. Diz um veterano de 90 anos: “Se eu ainda ti­vesse tempo, fazia tantas coisas, planeadas, mas que nunca puderam ser concluídas: escrever poemas, escrever um livro com a cronologia da minha vida, aprender a jogar xadrez, fazer um re­tra­to da minha mulher, uma es­cultura, modelando-a com barro e realizar tantas outras fantasias demoradas. De fralda a fralda, não se pode ter todo o programa contido nu­ma felicidade concluída.”
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Por favor, não enganem os Vieirenses!

É, sobretudo, caso para dizer: fome e sede de Poder, a quanto obrigas? A recente proposta do PS para que sejam os cofres do município a pagar 15% da conta da luz das famílias e empresas Vi­ei­renses num período de seis meses a um ano, não passa de uma manobra eleitoralista de publicidade e propaganda, não para inglês, mas “pa­ra Vieirense ver” e só pode ser vista e entendida à luz de in­teresses políticos e partidários do PS e não do concelho.
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Em defesa da Descentralização, teremos um Poder Local Democrático melhor

O exercício do poder local democrático tem vindo a evoluir no tempo para novos paradigmas na sua opera­cio­nalização, merecendo-nos o tema uma reflexão que procuramos, de forma simples, expor.
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Afinal, existe um regateiro no sopé da Serra da Cabreira

Um membro da Assem­bleia Municipal de Vieira do Minho terá sido equiparado a uma “regateira” no início do novo ano da graça que é este que nos foi dado viver, por sua excelência o presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho.
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­Fala-se mais daquilo que não há?

Por estes dias ouvi esta observação: perguntaram a um esquimó porque é que os poemas daquele povo falavam mais de ‘peixe’ do que de outras coisas; ao que o interpelado terá dito: falámos mais daquilo que não temos… assim como os vossos textos poéticos falam tanto de ‘amor’…
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O “Cristo” no caixote do lixo

O caso conta-se em breves palavras: em dia de Carnaval alguém foi confrontado com uma imagem de Cristo – um cru­cifixo, ainda sem ser possível detetar de onde era proveniente – no caixote do lixo… vulgar, quotidiano e doméstico. Aconteceu numa região onde a religião – ao menos socialmente – ainda tem bastante expressão, embora se notem laivos de descrença à mistura com certos tiques de religiosidade… paganizada.
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Cartas ao director

Sr. Director
Temos acompanhado, através deste nosso Jornal de Vieira, as deliberações do Executivo da Câmara Mu­nicipal e estranhamos não só as imensas vezes em que as vereadoras do Partido Socialista votam contra mas, sobretudo (nas últimas sessões) a razão deste voto que, em iguais ou similares circunstâncias, tem sido a favor.
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