50 Anos Jornal de Vieira  1972 - 2022

Opinião

Poder dos ‘anónimos’ – casos, denúncias e acusações…

Tem vindo a ser recorrente na configuração das questões mais vulgares ou das complexas, que parece ‘bastar’ uma denúncia anónima para desencadear todo um processo de investigação… Aquilo que antes era considerado um rumor, uma suspeita, uma bisbilhotice, agora, tem foro (ou desaforo) de acusação, seja sobre quem for, tenha o alcance que possa atingir ou a marca que pretenda almejar…
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BICADAS DO MEU APARO

Os vendilhões

No mundo sempre existirão os santos e diabólicos, os nem uma coisa nem outra, isto é, os que nada querem, nada pen­sam e de nada se sentem res­ponsáveis no mundo.
Neste reino que não é eterno para ninguém, ainda te­mos os alienados, os im­pru­dentes, os abutres, os acé­falos, os lunáticos e por aí fora.
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Na sub-área das energias renováveis

A informação divulgada pela comunicação social deixa a ideia do nosso péssimo desempenho em matéria de conservação da natureza, sendo uma das causas “o depauperamento de meios técnicos e humanos das áreas pro­tegidas”. Adianta que Portugal não fez um plano de ação con­tra as espécies invasoras e pouco fez pelas suas florestas, que cobrem 37,2% do território, mas em que apenas 4% apresentou bom estado de conservação”.
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A difícil arte de comunicar

Com as variadíssimas formas de comunicar que nos oferecem as novas tecnologias, pode parecer desca­bido falar na comunicação como atividade que mereça ser cul­tivada.
Paralelamente a muita desinformação que percorre o mun­do, via redes sociais, outras notícias breves, informam-nos, com verdade e isenção, fugindo ao crivo do “po­liticamente correto”. Essas, quando não passam numa cen­sura apertada, ditada pelos interesses dos patrões da im­prensa, nunca são publicadas em jornais.
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Ciriões para reciclar velas e círios dos cemitérios

Nos dias de Fiéis Defuntos e de Todos os Santos, milhares de pessoas deslocaram-se aos cemitérios para prestar homenagem aos seus entes queridos já falecidos. A maioria destas pessoas também o faz durante todo o ano mas nos primeiros dias de Novembro, o movimento é bem maior que o habitual. É usual levar-se flores, velas e círios para colocar nas campas e jazigos, trocando outras que já lá estavam, o que fará com que a quantidade de resíduos gerados nos cemitérios seja muito maior, antes e depois do Dia de Todos os Santos.
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Sinais dos tempos

Ao terminar a semana das vocações, questiono-me sobre o motivo por que o tema da vocação, deixou de ser as­sunto que preocupasse jovens, famílias e comunida­des.
Contudo, todos aspiram á felicidade, embora poucos se esforcem por a conquistar.
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Possíveis condescendências perniciosas

Já foi algo de grande expressão em todo o mundo,.. em Portugal vem decaindo aos poucos e em solavancos. Foi uma força de sucesso e criou impérios... por cá ainda tem resistido às mudanças sócio-económicas. Usou métodos de perseguição com milhões de vítimas... e no nosso país governou em muitos lugares por décadas. Desapareceu da maior parte dos parlamentos europeus e por cá está quase reduzido ao mínimo. Foi abjurado em muitas sociedades ocidentais, mas no nosso país parece gozar de simpatia, de condescendência e de uma tal tolerância que se pode confundir a opção com a militância...
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É cuidar que se ganha

Os direitos humanos, os direitos das crianças, os direitos das minorias. Os meus direitos, os teus direitos. O estojo onde me sinto confortável, o teu ninho de comodidade... Não me incomodes e eu não te incomodo. Faz o que quiseres desde que não me pises. E prometo que não me meto na tua vida...
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BICADAS DO MEU APARO

Holocausto e sectarismo

Aprendi, durante a vi­da, que nunca ninguém deve julgar al­guém, embora se possam ana­lisar, contradizer ou julgar os actos de alguém. Isto é, jul­gar o homem é uma coisa – que não se deve fazer - e jul­gar os seus actos ou ideias – que é legal e normal - é outra. Será que aprendi bem?
Veremos o que se segue.
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Onde e como fica o ‘sigilo de confissão’?

As mais recentes inveti­vas, que envolvem questões de Igreja (católica) como que nos colocam uma inquietação – e não é pela perda de ‘poder’ eclesiástico – pela configuração de algo essencial na vida dos católicos crentes e praticantes: não se estará a querer atingir o âmago do sacramento da penitência e reconciliação? Quem confiará em alguém que pode revelar o que escutou em contexto sacramental?
Porque não tenho visto ser abordado o problema pelo prisma mais fundo da espuma das coisas, ouso tentar refletir qualquer coisa sobre esta questão bem mais profunda do que as notícias de rodapé ou as parangonas de algum outro tablóide.
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