50 Anos Jornal de Vieira  1972 - 2022

Opinião

A Dr.ªAntonieta Dias e a Cultura Vieirense

A MELHOR HOMENAGEM

1. Na edição de O Jornal de Vieira, de 15.01.2026, foi dada aos vieirenses a triste notícia da morte da saudosa e memorável Dra. Médica Maria Antonieta Antunes Dias (12.03.1952-11.01.2026). Essa notícia, bem informada, dava boa conta das marcas impressivas do admirável percurso biográfico e profissional da Dra. Antonieta. Do seu exercício profissional, marcado pela competência, pela dedicação e pela atenção personalizada aos doentes, abundam os mais eloquentes testemunhos de reconhecimento e gratidão. Sobre o seu ministério profissional como médica de banda larga, dão testemunho as áreas diversificadas em que se especializou. 
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“O bom Manel...”

Quando um familiar parte fica um vazio!...
Porém, há pessoas que, mesmo não sendo nossos familiares, também nos deixam o tal vazio, um não sei quê de ausência...
Pelo seu carisma, pelo seu modo de ser e estar, pelo seu exemplo, pela sua benevolência, pela sua boa disposição, pela sua simpatia e empatia, pela dedicação ao trabalho, etc., algumas pessoas conseguiram deixar uma marca indelével em todos e em cada um de nós que, após a sua partida, todos sentimos um certo vazio.
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Vítimas do individualismo

É muito difícil identificar os motivos do individualismo em que nos fechamos e do qual somos vítimas. 
Talvez a preguiça, sobretudo a mental, possa  carregar com as maiores culpas. É cómodo, esperar, para ver no que vai dar, é fácil não se comprometer, para não ter obrigação de se justificar, Quando a passividade, se torna hábito, somos arrastados pela corrente, sem nos apercebermos para onde estamos a correr. 
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‘Realities shows’: razões, explicações ou consequências

Desde há mais de duas décadas e meia que, em Portugal, vimos a ser brindados com programas televisivos assim denominados de ‘reality show’, como um género de programa de televisão baseado na vida real. Podemos falar de ‘reality show’ sempre que os acontecimentos nele retratados sejam fruto da realidade e os visados da história sejam pessoas reais e não personagens de um enredo ficcional… Quase sem nos termos dado totalmente conta algo mudou no trato das pessoas umas com as outras e, sobretudo, na exposição da sua vida privada e/ou pessoal… Tentemos avaliar – sem preconceitos – algumas mutações.
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BICADAS DO MEU APARO

Segundo um Boletim Francês – nova série de 1953 - que estudava documentos Portugueses, o Infante D. Pedro enviou do estrangeiro uma carta a D. Duarte, em 1426, com os seguintes conselhos:
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Não podemos perder a esperança

O ano de 2025 termina deixando na sua viagem um rasto de desilusão, de sofrimento e de incerteza. A humanidade, depois de décadas de um relativo equilíbrio social e comportamental, com um significativo progresso no desenvolvimento da ciência, de onde emergiu conhecimento, tecnologias que tornaram o mundo mais aberto, mais comunicativo, com fontes de aprendizagem acessíveis e sem fronteiras, acordou perante conflitos e comportamentos impensáveis semelhantes a um violento vulcão… A humanidade vivia um estado de tranquilidade aparente. Cansou-se, explodiu…
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Novos Tempos

O barulho das armas e o silêncio da consciência

A atual conjuntura internacional tem sido descrita como o esboço de uma “nova ordem mundial”, marcada pelo regresso explícito da lógica das grandes potências e das esferas de influência. A centralidade política de líderes como Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin traduz um mundo onde a força económica, militar e tecnológica tende a substituir o direito internacional e o multilateralismo. A guerra na Ucrânia, a violência persistente na Terra Santa, as tensões em torno do Irão, a crise profunda da Venezuela — incluindo hipóteses de intervenção externa e de responsabilização forçada da sua liderança — bem como os cenários de pressão sobre Taiwan ou mesmo de anexação da Gronelândia, revelam um sistema global cada vez mais instável. 
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“De Vieira ao Sameiro”

Já lá vão mais de cinquenta anos! Teria os meus sete ou oito anos, quando pela primeira vez fui ao Sameiro! Não te espantes, prezado leitor, pois naquele tempo as viagens eram um luxo, sendo que, uma ida a Braga era um passo marcante para quem vivia enterrado nesta concha minhota, no sopé da Cabreira.
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BICADAS DO MEU APARO

Críticos, elogiadores e as estátuas no meu reino

Desconheço se há ou não há alguma estátua erigida a algum crítico. Pode ser que haja. Havendo, e pelo menos nas dezenas de estátuas que conheço, nunca no seu frontispício vi ou li o cognome de “Crítico”, ou “Crítico justo”.
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Centralidade da pessoa

Projetos que apresentam como objetivo, colocar a pessoa humana, ou o homem “no centro” da sua ação, devem merecer-nos uma redobrada atenção.
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