Opinião
Bons Malandros...
O Verão fugira e o Outono chegava de mansinho...
Recuo ao ano de 2010, quando na qualidade de pai, fui à escola no primeiro dia de aulas do mais petiz da prole, que nesse ano ia começar uma nova fase escolar, sendo preciso levá-lo à Escola EB2,3 - o Ciclo como antigamente se chamava.
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BICADAS DO MEU APARO
O Diabo, as guerras e danação
Devido à guerra iniciada pela Rússia, Estados Unidos, Israel e outros conflitos sociais, afirma o povo que os respectivos líderes estão loucos ou se encarnou neles o Diabo. Mas o Diabo existe e actua? Vejamos.
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Mais desconfiados nos tornamos
«A população entre os 18 e os 64 anos confirma que Portugal passou a inserir-se na grande tendência internacional de isolamento dos mais novos e dos mais pobres. As pessoas que se sentem sós são mais frequentemente jovens, precários e com rendimentos mais baixos… Comparando 2025 com 2015, a diferença é evidente: há uma clara redução do número de amigos íntimos, um aumento do sentimento de solidão e uma diminuição da integração social, apesar de as pessoas não parecerem ter noção desta alteração».
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Cultura que nos afasta de Deus
Por cultura, muitos erros são tidos por coisas boas quando na realidade, em lugar de nos enriquecerem espiritualmente, podem causar retrocesso no caminho que escolhemos seguir.
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Da falta de padres ao colapso dos matrimónios – a mesma razão?
«É a partir do cuidado da interioridade que se deve urgentemente recomeçar na pastoral vocacional e no compromisso sempre novo da evangelização. Neste espírito, convido todos – famílias, paróquias, comunidades religiosas, bispos, sacerdotes, diáconos, catequistas, educadores e fiéis leigos – a empenharem-se cada vez mais em criar ambientes favoráveis para que este dom possa ser acolhido, alimentado, protegido e acompanhado, a fim de dar fruto abundante».
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Da teoria à prática
Tudo o que possui vida, não é estável, estático. A vida implica transformação permanente, porque cresce, modifica-se, dá fruto. Um dia, terminará.
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BICADAS DO MEU APARO
Antes do 25 de Abril, vi, amei e odiei
Na minha juventude, existia “a onda” de que “homem que não dá tropa, não é homem”. Tal mentalidade “pró militarismo” é muitíssimo anterior aos anos sessenta do século passado.
Entende-se a “onda”, pois é antes e durante a segunda guerra que Portugal vive um período fortíssimo de fome e de falta de empregos, para não falar de outras misérias herdadas pela política da Primeira República.
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“O Crasto de Vila Seca...”
Aos meus olhos de menino, o Crasto era um gigante! Um gigante bom, que se erguia imponente, com a sua cinzenta e disforme penedia a ameaçar despenhar-se encosta abaixo, mas a manter-se firme e estável, com os pés assolapados no enigmático chão.
Para lá da densa penedia, o seu dorso era coberto por um vasto e arreigado manto de giestas que, na Primavera, o matizavam de branco com salpicos de amarelo, para nas restantes estações do ano o verde ser a cor dominante, pese, aqui e ali, a ousadia de alguns pingos fulvos, nomeadamente quando o Outono se anunciava.
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Leão, Trump e o ‘delírio de omnipotência’
Mais tarde ou mais cedo, o presidente norte-americano iria reagir ao crescente protagonismo do Papa, que foi naturalmente assumindo uma voz global contra a polarização político-social, a violência, o ódio e a guerra.
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O mapa do tesouro
Não gostamos de que nos digam o que devemos fazer. Preferimos que os outros se metam apenas nas suas vidas e não nos dêem conselhos ou avisos. Somos independentes, o que fazemos é connosco.
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