Mais que uma opinião, quero que os leitores deste artigo, o leiam como um testemunho de vida, muito pessoal.
Procura-se a qualidade de vida, como bem supremo, sem que, na maior parte das vezes, quem a apregoa, ou tenta oferecê-la, tenha uma convicção clara, do que isso possa significar.
Rejeito o relativismo, como ideologia, mas, neste caso, ajuda a perceber que o que, para um, é qualidade de vida, pode não o ser, para outro.
Numa altura em que os católicos já sofrem a consequência da secularização, que teve como consequência, a perda da fé para muitos batizados, falar da confissão sacramental, pode p ...
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