O que significa esta expressão – ‘a juízo pastoral’ – na configuração das questões práticas que envolvem a decisão e o discernimento sobre o modo de fazer na relação com as pessoas? Será que este ‘a juízo pastoral’ implica algo mais do que realizar o que era habitual ou implica que, entre as diversas soluções, há que escolher a mais correta (em bom senso e para melhores frutos), mesmo que possa não ser a mais bem aceite? Não será que ‘a juízo pastoral’ é mais exigente do que reproduzir o ‘já feito’ ou no seguimento da tradição ou costume? Como se pode ou deve conciliar este ‘a juízo pastoral’ com a Tradição e a inovação criativa?
1. Embora este tema possa parecer mais de índole eclesiástica, ele insere-se numa visão eclesial mais abrangente e até mais exigente no conteúdo e na forma. Com efeito, diante de t ...
Comentar artigo
Para colocar um comentário tem de se autenticar