Há décadas - tempos da minha meninice - era frequente ver-se pinturas em casas particulares ou nalgumas igrejas, onde se via o diabo ou os anjos de Deus à espera que os moribundos dessem o último suspiro.
Essas obras, apelavam aos vivos para que durante as suas vidas tivessem cuidados com a saúde espiritual e das relações com os outros e Deus, conforme se lê em 2Pd3,12-15a.17-18.
Então, o quadro do diabo, de forquilha em punho, cornos afiados e rabo empinado, aguardava atenciosamente pela sua (possível) presa, isto é, pela alma prestes a partir, quer fosse ...
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