Igreja

A grata memória de um bispo bondoso

          
A grata memória de um bispo bondoso

A morte súbita e inesperada, aos 69 anos, de D. António Francisco dos Santos, em 11 de Setembro, abalou profundamente a sua amada diocese do Porto e deixou marcas na memória da Igreja em Portugal, desde Lamego, Braga, Aveiro e um pouco por todo o país.
A grandiosa manifestação de eclesialidade e cidadania, que congregou milhares de pessoas, no pátio da Sé do Porto, no dia 13, para a última encomendação e despedida são a prova de que era um bispo amado do povo, junto do qual deixa a grata memória de “um homem bom”. E dizer, simplesmente, que “era um homem bom”, quando se fala de D. António Francisco dos Santos, não é um mero “lugar comum”. A multidão de homens e mulheres, que tiveram o privilégio de contactar com ele, que alguma vez foram acariciados pela sua quase infinita bondade, de quem D. António conhecia o rosto e chamava pelo próprio nome, jamais poderá esquecer a memória deste bispo. Da sua “bondade” e capacidade de “ir, estar e encontrar-se com todos”, sobretudo com os mais frágeis”, numa proximidade sem limites.


Mas naquela manhã de 11 de Setembro, um ataque fulminante traía o coração do bondoso pastor que nos amou tanto, “tanto que o coração não aguentou mais” (Dom António Taipa).
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