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Monjas cistercienses vencem prémio de melhor compota

          
Monjas cistercienses vencem prémio de melhor compota

A comunidade de monjas cis­ter­­cienses residentes na Seara, freguesia de Rio Cal­do, no con­celho de Ter­­ras de Bou­ro, venceu, mais uma vez, o pré­mio de “Melhor com­po­ta” na Mostra In­ter­nacional de Do­ces & Licores Con­ventuais que decorreu no Mos­teiro de Al­co­baça de 14 a 17 de Novembro. 
Constituída por apenas três elementos, e sediada nas imediações desde 2005 no Santuário de São Bento, as monjas cister­ci­en­ses têm arrecadado o primeiro prémio da competição de compotas desde 2016.
A doçaria conventual por­tu­guesa tem origem nos seus conventos e mosteiros. Pelas mãos dos frades e freiras, monges e monjas, criaram-se doces verdadeiramente divinais.


A Câmara Municipal de Al­cobaça promove, há mais de duas décadas, a Doçaria Conventual assente na herança e na identidade dos Monges e das Monjas de Cister, senhores dos antigos Coutos de Alcobaça que, em cerca de oito sécu­los de permanência na região, deixaram como legado a dedicação à terra, à arte e, também, à requintada doçaria conventual.
A comunidade de monjas de Rio Caldo é a única em Por­tugal que segue a Regra de S. Bento, cuja tradição monástica remonta ao século VI. As monjas vivem do trabalho que desenvolvem na clausura do mosteiro, que compreen­de com­po­­tas, marmelada, biscoitos, frutos secos torrados, pasta de fruta, chás, mel, li­cores, xarope de aloé ve­ra, terços, sabonetes de gli­cerina vegetal, bálsamos (mãos, pés, rosto e lábios) e casaquinhos de bebé em crochet, assim como algumas publicações.
2019-11-27


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