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Visitas a lares de idosos abrem a 18 de Maio

          
Visitas a lares de idosos abrem a 18 de Maio

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) comunicou em 11 de Abril a reabertura das visitas aos lares de idosos e unidades de cuidados continuados, a partir de 18 de Abril, uma medida há muito esperada por estes e seus familiares. Ao mesmo tempo divulgou uma série de recomendações para que este processo possa ser reiniciado em segurança.
Existem regras a cumprir da parte dos visitantes, mas também das pró­prias ins­tituições que se de­vem preparar para receber os fami­liares e amigos dos idosos já daqui a uma semana, refere o documento da DGS.


De acordo com o texto, as Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI), as Unidades de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e as restantes estruturas resi­den­ciais para idosos devem ter um plano de acção para es­tas visitas que passa, entre outros pontos, por iden­tificar um profissional da instituição responsável por todo o processo e por co­mu­nicar aos familiares e outros visitantes as condições nas quais as visitas decorrem.
Numa primeira fase, ca­da utente deverá ter apenas um visitante, uma vez por se­mana, e as visitas terão li­mite de duração, não de­ven­do exceder os 90 minutos. Devem usar máscara, preferencialmente, cirúrgica e estão proibidos de levar objetos pessoais, alimentos ou outros produtos pa­ra os familiares. A circu­la­ção pela instituição e a utilização das instalações sanitárias dos utentes devem ser evitadas.
Cada lar de idosos terá de criar um registo de visitantes por data, hora, nome, con­tacto e residente visitado e as pessoas com sintomas de Covid-19, que tenham tido contacto com ca­so suspeito ou confirmado da doença, não devem realizar ou receber visitas.
A instituição deverá ainda “garantir que a visita decorre em espaço próprio, amplo e com condições de arejamento (idealmente, espaço exterior), não devendo ser realizadas visitas na sala de convívio dos utentes ou no próprio quar­to, exceto nos casos em que o utente se encontre aca­mado”, frisa a nota da DGS.
À responsabilidade dos lares fica ainda a disponi­bilização de produtos para desinfectar as mãos antes e após o período de visitas.
2020-05-14


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