Na sociedade primitiva, os velhos eram objeto de veneração, os jovens a eles recorriam em busca dos seus conselhos, eram respeitados e lhes confiavam negócios. Em geral, as sociedades da antiguidade consideravam o estado de velhice dignificante e adotavam como sábio aquele que atingia aquela etapa. Passou a ser importante o papel de ancião, época terminal da vida, e aos que nela ingressavam era reservado um papel de intensa atenção nos destinos dos grupos sociais e na tomada de decisões importantes, ao ponto de, no século XVIII, o idoso ser tido como património e não como encargo.
A China proporcionava aos velhos uma condição singularmente privilegiada. A qualificação e a responsabilidade das pessoas aumentavam com os anos e no cume encontravam-se os idosos. ...
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