Do Cávado ao Ave

PINHEIRO

Magusto da Junta de Freguesia

          
PINHEIRO

Em 9 de Novembro realizou-se, na sede da Junta de Freguesia, o habitual ma­­gusto anual com a parti­ci­pação de muitas pessoas entre as quais o presidente da Câmara e a esposa, todos os elementos da Junta e alguns da Assembleia de Freguesia, tendo-se notado a ausência da Dr.ª Neli Mota por motivos de saúde, e co­mo de costume as con­cer­ti­­nas e cantares animaram a festa onde como sempre o presidente da Câmara mos­trou os seus dotes musicais, tais como também o presidente da Junta.


Confraria Nossa Senhora da Orada

Prestes a terminar o seu mandato, a Mesa da Con­fra­­ria de N.ª Sr.ª da Ora­da, presidida pelo Sr. An­­­tónio Mo­rais Ribeiro, inves­tiu forte na recuperação do santuário. Não só no seu inte­rior, estan­do neste mo­men­to a recuperar os dois al­­­tares laterais, e suas imagens, ficando assim sem ne­­cessidade para uns bons anos de qualquer intervenção das futuras Mesas da Confraria, mas tam­bém na ca­­pelania do Calvário.
Os nossos parabéns a es­ta Mesa que passará o tes­­te­munho à nova já indi­ca­da e que em 1 de Janeiro toma­rá posse, depois de confir­ma­­­da pela Assembleia Geral, que ultimamente se rea­li­­­z­a em 8 de De­zem­­bro, antes da Eucaristia, celebrada no Santuário, e depois de pro­­­­­mul­gada pe­la Ar­quidio­ce­se.

No Afeganistão
Pinheiro tem a partir de agora um filho seu no Afe­ganistão, integrado na força militar que naquele ponto do mundo, vai manter a or­dem contra os terroristas talibans em Cabul.
Trata-se do Sr. João Mar­tins Teixeira, que fazia parte do agrupamento 1251 dos escuteiros, e por limite de idade teve uma despedi­da numa cerimónia emocio­nante, presidida pelo pároco P.e Albano na Eucaristia dominical de 3 de Novembro.
Parte dos seus companheiros e ele próprio tiveram dificuldade em conter as lágrimas durante a ceri­mónia da despedida, pois o Jo­ão era um elemento fundamental naquele grupo. Músico de grande valor e uma voz brilhante, deixa um grande vazio na animação das Eucaristias, no grupo dos escuteiros e uma compreensão da nossa parte por esta norma dos mesmos, que a partir dessa idade, não fazendo o curso de che­fe, deve abandonar o agrupamento. Isso leva a que nestas terras onde ca­da vez há menos crianças, mais depressa o fim do es­cutismo se vislumbra.
A. Mendes
2019-11-27


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