Do Cávado ao Ave

PINHEIRO

Assalto à Junta de Freguesia

          
PINHEIRO

Uma onda de assaltos e vandalismo têm marcado, há cer­­ca de uma década e mais, a comunidade da freguesia de Pinheiro, levada a cabo por parte dos filhos adoptivos do Estado português, que carinhosamente tudo faz para os proteger das pessoas e instituições de bem. As maiores ví­timas são a igreja paroquial, o santuário de Nossa Senho­ra da Orada, (mais pelo que destruíram do que pelo que rou­­baram), mas também as famílias particulares que fica­ram sem as mós dos moinhos, os alambiques e outros bens.


Nos últimos anos, houve uma acalmia, parecendo viver­mos a tranquilidade dum país civilizado. Mas há dias, um no­­vo assalto, desta feita à Junta de Freguesia, veio inter­rom­­per essa sensação de liberdade a que já nos estávamos a habituar. O meliante ou os meliantes, para roubar pou­cas dezenas de euros, quizeram deixar a sua marca de cri­­minoso ou criminosos sem escrúpulos, destruindo o qua­­dro do Presidente da República, o router do computador, uma janela, o ar condicionado, etc. O núcleo de in­ves­ti­gação da GNR, esteve no local, onde recolheu amostras, mas nós todos sabemos, e os criminosos também, co­mo isto acaba. Arquivado por falta de provas. Assim acaba­ram todos os assaltos do passado. Culpa das autoridades? Não! Culpa dos Governos, que não dão autoridade às auto­ridades.
A. Mendes
2020-03-19


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