Do Cávado ao Ave

RUIVÃES

“Ruivanês”!

          

Tenho o pressentimento de que quanto mais avanço na idade, mais me vem à lembrança a minha infância, toda ela vivida em Rui­vães, e o meu coração trans­borda com essa evocação.
Um dia parti, ainda ra­pazinho, trocando a vida de aldeia pela grande urbe, e muito me custou adaptar nalguns aspectos, sendo o mais dificil o sotaque tipicamente minhoto que era mo­ti­vo de chacota.


Carregava nos “esses”, tro­­cava os “vês” pelos “bês”, tudo que envolvia o “che” era bem carregado.
Os anos passaram, e aos poucos acabei por me integrar linguisticamente, tal ...

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