Editorial

Confessar-se?

          
Confessar-se?

Ainda faz sentido? Isso da confissão não está já ultrapassado? O que é que isso muda a minha vida? Porque é que tenho de contar a minha vida a um padre? Será que os padres também se confessam? Não posso confessar-me directamente a Deus? Como é que sei que Deus me perdoa?
Estas e outras perguntas ouvimo-las muitas vezes, na rua e dentro da igreja, mesmo da boca de cristãos.
Num tempo em que ninguém gosta de assumir que errou, é cada vez mais difícil falar de perdão, apesar de “algum retorno” ao acto penitencial.
Na bula “O Rosto da Misericórdia”, o Papa Francisco fala de um retorno ao Sacramento da Reconciliação, por parte de “muitas pessoas e um grande número de jovens” que nesta experiência reencontram o caminho para voltar ao Senhor, viver um momento de intensa oração e redescobrir o sentido da vida” (MV 17).


Confrontados com a nossa experiência diária, temos de reconhecer que esse retorno, entre nós, ainda pouco ou nada se vislumbra. Na generalidade das paróquias, hoje, um número menor ...

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