Ao olhar para a folha de papel, branca, sem uma letra, o meu pensamento correu para o Papa Francisco. Deixou-nos na última Páscoa. Lá no céu está em comunhão plena com Deus. Neste período pascal, recordo a forma como nos ensinou a ser cristãos, sem vergonha e com coragem. Lembro a forma como transformou a Páscoa num momento privilegiado de apelo à esperança, à misericórdia e à paz. Como em cada festa da Ressurreição fez o convite para nos levantarmos das crises pessoais e colectivas. O Papa Leão XIV prossegue este caminho de ensinar que a Páscoa é um espelho das dores, mas também da esperança do mundo contemporâneo.
Num ano atravessado por conflitos sociais, políticos e militares, que se reforçam mutuamente, num contexto de desigualdade crescente, competição geopolítica e rearmamento aceler ...
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