Por que será que os meios de comunicação – sobretudo televisionados e escritos – usam (senão abusam) do recurso às más notícias? Isso é necessário? Que significado pode ter para o entendimento da personalidade humana? Será mesmo um atrativo ou tem-se exagerado neste recurso para a conquista de audiências? Por que se estende o filão das ‘más notícias’ no quadro da organização da grelha informativa? A percentagem de assuntos positivos não será relegada para o rodapé, enquanto o pior é como que exaltado, quase de forma doentia?
1. Estas e outras questões podem e devem ser respondidas, até por imperativo ético-moral. De fato, quanto tempo é gasto a falar de coisas e de pessoas onde o que é menos glorioso s ...
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