É com alguma apreensão que vemos tantas e tão intensas propostas de diversão: noites brancas, festivais de comida/bebida, festas e folclores, romarias e sinais de festa. Passado que foi o tempo de verão continuamos a ser fustigados por propostas aliciadoras para que se goze a vida com aquilo que melhor se conhece, se aprecia e com que festeja. Mas será isso o verdadeiro ou não andaremos alienados por coisas que se reduzem ao materialismo mais básico e primário? Teremos de condicionar-nos deste modo ao efémero e superficial? Onde e como manifestam os cristãos a diferença?
1. Se há coisas que me deixam a pensar seriamente é a abundância de comida e de bebida por ocasião das festas populares, tenham ou não o selo religioso. Ao observar a avidez de ...
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