Reportagem

Arquidiocese Arciprestado e Câmara Municipal homenagearam director de JV

          
Arquidiocese Arciprestado e Câmara Municipal homenagearam director de JV

Em sessão solene no Auditório Municipal de Vieira do Minho, em 21 de Setembro, a arquidiocese de Braga, o Arciprestado e a Câmara Municipal de Vieira do Minho, prestaram condigna homenagem ao P.e Luís Jácome, na celebração do jubileu de ouro sacerdotal e paroquial e pelo trabalho desenvolvido no Jornal de Vieira há quase meio século.


Presidida pelo arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, a me­sa da sessão foi constituída pelo presidente do mu­nicípio vieirense, Antó­nio Cardoso, pelo Pe. Alci­no Xa­vier, como representante do arciprestado, P.e Luís Já­come e Cónego Jo­ão Agui­ar, orador da noite.
Abriu a sessão o Pe. Al­ci­no, que depois de saudar o senhor Arcebispo Primaz, os arciprestes de Vi­eira do Minho, P.e Albano Costa e da Póvoa de Lanhoso, o vi­eirense, Albi­no Carneiro, sacerdotes, autoridades civis, académi­cas, convidados e público presente, justificou a realização da homenagem ao P.e Luís, “co­mo dever de gratidão e apreço pela sua dedicação e empenho no Jornal de Vi­eira, no Arciprestado, na Ar­quidio­ce­se, e para além das suas fronteira” referindo a fi­de­li­dade desde a primeira hora ao seu Estatuto Editorial.
O Sacerdote homenageado, que integrou em 1971, a equipa fundadora do Jornal de Vieira, cuja propriedade pertence ao arcipres­tado de Vieira do Minho e ne­le continua como director, para além de pároco e professor, tem-se dedicado há 46 anos ao jornalismo, co­mo meio de evangeliza­ção.
A apresentação do orador da sessão, o Cónego João Aguiar Campos, coube à responsável do protocolo, Ana Ribeiro, e foi acompanhada pela proje­ção de um vídeo, extraído duma entrevista ao programa da RTP, 70x7.
O Padre João Aguiar, começou por se dispensar de “fazer o elogio ao P.e Luís Já­come, uma vez que a presença de tão diversificada assembleia de amigos era prova suficiente da gratidão de que era merecedor o homenageado”. Num discurso sempre humorado, o orador referiu as dificuldades e in­com­preensões de “meio sé­culo de serviço” encontradas pelos sacerdotes o seu ministério, prendendo desde o primeiro momento a atenção vasta plateia. Referindo-se ao trabalho de jornalismo do homenageado e baseado na sua própria experiência de jornalista profissional, apresentou o Jornalismo exercido pelo P.e Luís como “um serviço pastoral e de evangelização”.
O Pe. Luís agradeceu a presença de todos os convidados e as simpáticas referências à sua pessoa, mas alertando para a realidade que “a um septua­ge­nário, a vida ensina que a simplicidade ajuda-nos a não simular, a tentar ser o que não somos; a não dar demasiada importância à imagem ou figura que fazemos, ou ao que os outros dizem ou pensam de nós”. Mas concluindo, que apesar de tudo, “guarda na me­mória e no coração muitos desses bons e maus momentos; mas retém um grande agradecimento a Deus de como sacerdote e jornalista ter testemunhado experiências únicas, ecle­siais, nacionais e internacionais que me ajudaram a perceber melhor este mundo e a missão de ser padre e jornalista, hoje”.
António Cardoso, agradeceu o serviço prestado à co­munidade, testemunhado numa salva em estanho e D.Jorge Ortiga, que encerrou a sessão, sublinhando “o papel importante que tem a comunicação social na divulgação de valores, na pro­mo­ção da população mais afastada”.
As duas jovens vieiren­ses; Dalila Teixeira ao piano e Eduarda Lopes no canto, abrilhantaram a sessão que terminou com um coffe break, onde o homenageado recebeu as felicitações de cerca de 200 convidados.
2018-09-28


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