Começo a escrever esta crónica sobre o Natal recorrendo ao poema do malogrado Ary dos Santos. Diz-nos o poeta: “Natal é em Dezembro/Mas em Maio pode ser/Natal é em Setembro/ É quando um homem quiser...”
De facto, desde criança, aprendi que o Natal era em Dezembro! Havia chuva, frio... e, às vezes, nevava! Para quem frequentava a escola, havia as férias de Natal, sempre em Dezembro!
Para os adultos, havia a magia natalícia, que se traduzia na alegria do encontro familiar, na azáfama do jantar na noite de consoada e na preparação dos doces típicos da época, na ...
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