A Páscoa é, para os católicos, o mais alto dos momentos — celebração de luz, de renascimento e de encontro. A mesa, transforma-se numa das mais simbólicas das festas, onde o ovo e o coelho assumem o trono desta narrativa ancestral. O ovo, promessa de vida nova; o coelho, metáfora viva de fertilidade e continuidade — ambos guardiões silenciosos da esperança que esta quadra renova.
Espindo, a aldeia da minha vida, pode contar pouco mais de 40 casas — muitas delas hoje fechadas ao tempo —, mas será sempre, para mim, uma grande cidade. Porque foi aqui que nasci ...
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