Quando ouvimos falar de acolhimento, logo pensamos naquelas pessoas que entram as portas da nossa casa.
Franquear as portas da casa ou do coração exige de nós medidas elementares de prudência, porque nem sempre nos procuram por bem.
O acolhimento, o abrir o coração aos outros, mais do que abrir as portas da casa, é uma exigência do coração humano. Sentimos a necessidade de ir ao encontro daqueles que têm alguma afinidade connosco, pelo sangue, pela amizade ou pela profissão. Somos feitos para a comunidade, e não para uma vida individual, fechada em si mesma.
Este gesto encontra hoje muitas dificuldades, a começar pela exiguidade de muitos apartamentos e a continuar numa deslocação constante das pessoas, de modo que se torna difícil ...
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