Não será de todo descabido colocarmo-nos, nestes dias, algumas perguntas simples e concretas. Falar hoje de quaresma, jejum, abstinência, ascese, conversão… ainda faz sentido? Não serão palavras arcaicas ou arcaísmos, que caíram em desuso na linguagem cotidiana, embora persistem na literatura, ou na memória geracional? Como reentrar neste tempo cronológico que a Igreja chama “forte” e “providencial”?
A tradição cristã conhece bem a “gramática” dos tempos fortes e providenciais. O tempo quaresmal é um tempo de exercício e de treino. A que a tradição cristã chama ascese. Uma pal ...
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