50 Anos Jornal de Vieira  1972 - 2022

Opinião

Não podemos perder a esperança

O ano de 2025 termina deixando na sua viagem um rasto de desilusão, de sofrimento e de incerteza. A humanidade, depois de décadas de um relativo equilíbrio social e comportamental, com um significativo progresso no desenvolvimento da ciência, de onde emergiu conhecimento, tecnologias que tornaram o mundo mais aberto, mais comunicativo, com fontes de aprendizagem acessíveis e sem fronteiras, acordou perante conflitos e comportamentos impensáveis semelhantes a um violento vulcão… A humanidade vivia um estado de tranquilidade aparente. Cansou-se, explodiu…
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Novos Tempos

O barulho das armas e o silêncio da consciência

A atual conjuntura internacional tem sido descrita como o esboço de uma “nova ordem mundial”, marcada pelo regresso explícito da lógica das grandes potências e das esferas de influência. A centralidade política de líderes como Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin traduz um mundo onde a força económica, militar e tecnológica tende a substituir o direito internacional e o multilateralismo. A guerra na Ucrânia, a violência persistente na Terra Santa, as tensões em torno do Irão, a crise profunda da Venezuela — incluindo hipóteses de intervenção externa e de responsabilização forçada da sua liderança — bem como os cenários de pressão sobre Taiwan ou mesmo de anexação da Gronelândia, revelam um sistema global cada vez mais instável. 
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“De Vieira ao Sameiro”

Já lá vão mais de cinquenta anos! Teria os meus sete ou oito anos, quando pela primeira vez fui ao Sameiro! Não te espantes, prezado leitor, pois naquele tempo as viagens eram um luxo, sendo que, uma ida a Braga era um passo marcante para quem vivia enterrado nesta concha minhota, no sopé da Cabreira.
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BICADAS DO MEU APARO

Críticos, elogiadores e as estátuas no meu reino

Desconheço se há ou não há alguma estátua erigida a algum crítico. Pode ser que haja. Havendo, e pelo menos nas dezenas de estátuas que conheço, nunca no seu frontispício vi ou li o cognome de “Crítico”, ou “Crítico justo”.
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Centralidade da pessoa

Projetos que apresentam como objetivo, colocar a pessoa humana, ou o homem “no centro” da sua ação, devem merecer-nos uma redobrada atenção.
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Não quero ser o mais rico do cemitério

Por estes dias estava a seguir um documentário sobre uma figura benemerente em que o próprio, comentando o que dizem dele, referiu, num desafio lançado a outros possíveis participantes em favor dos outros: não quero ser o mais rico do cemitério! Senti que estava dado mote para novos beneméritos, tanto ou mais ricos do que o desafiante.
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Não ligo nada ao Natal!

É este o slogan de uma campanha a decorrer por estes dias nos ‘media’. Lançado por uma operadora de comunicações tem tanto de surpreendente quanto de inusitado ou até mesmo de provocador. Qual a razão deste spot posto a circular? Onde pretendem chegar os mentores? Como poderemos entender tal campanha? Será resultado de um tempo pós-cristão ou anti-cristão? Terão os (ditos) cristãos percebido o alcance mais profundo deste processo comunicativo? Afinal que terá de verdade esta afirmação?
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Moral e Política

Com desejo de paz, iniciamos cada ano. É realmente um desejo universal.
Só transmite paz, quem a vive, e é capaz de a transmitir, promovendo-a , desde as famílias às comunidades e nações, como recentemente o Papa Leão XIV, como o tem feito os seus antecessores, nos lembrou.
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BICADAS DO MEU APARO

Noite cerrada, frio intenso

“Também José se deslocou a Belém para se alistar com sua esposa Maria que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz o seu filho primogénito e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio, porque não havia lugar para eles na hospedaria, a não ser a manjedoura testemunhada pelos pastores dos arredores e pelos reis magos que vieram do oriente”.
Segundo o presente texto – da Bíblia – o Rei de todos os reizitos terrenos, nasceu pobre e despercebido, porque nenhuns valores atribuíram “àquela gente”.
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Estrada Nacional 103

Segundo dados divulgados pela comunicação social, no corrente ano, até final do mês de novembro, registaram-se cerca de 13.200 acidentes rodoviários nas estradas portuguesas, dos quais resultaram cerca de 390 vitimas mortais, 2.540 feridos graves e 40.000 feridos ligeiros. São números impressionantes, que devem fazer pensar a todos os que direta e/ou indiretamente têm intervenção no uso do automóvel e nas vias rodoviárias, como condutores, autoridades policiais, politicas e administrativas.
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