50 Anos Jornal de Vieira  1972 - 2022

Opinião


Para um sentido atualizado da Quaresma

Será que a Quaresma se equipara ao Ramadão? Num mundo ultra-secularizado ainda tem sentido a Quaresma? Os cristãos/católicos vivem, na sua maioria, conscientemente, o espírito da Quaresma como o fazem os muçulmanos com o Ramadão? Não será necessário renovar a vivência da Quaresma para que possamos celebrar autenticamente a Páscoa? Que temos de viver com nova dinâmica, de abandonar por ultrapassado ou até de inovar para dar significado ao espírito da Quaresma?
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Presidente francês quer proibir redes sociais a menores de 15 anos

O Presidente francês, Emmanuel Macron, solicitou ao Governo em 21 de Fevereiro que garanta a entrada em vigor da proibição das redes sociais para menores de 15 anos em setembro, no início do ano letivo. Num vídeo divulgado pela estação francesa BFM-TV, Macron disse ter pedido o início de um procedimento de urgência para que a proposta de lei seja aprovada pela câmara baixa e pelo Senado o mais rapidamente possível.
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“A tradição já não é o que era...”

Mergulho num dos livros de Ferreira de Castro, cujo título é “Terra Fria”, e, num ápice, embrenho-me nas vivências e tradições ancestrais de um povo, nomeadamente o espalhado pelas aldeias serranas do Barroso, no concelho vizinho de Montalegre, onde o grande romancista português centrou este seu romance, mostrando-nos de forma sublime a dureza e as agruras da vida comunitária deste rincão, com as suas tradições e costumes, o isolamento, o clima agreste, a dureza das fragas, os nevões, etc.
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Reconversão da Central de Camionagem

Aquando da leitura do Jornal de Vieira N.º 1234 de 15/12/2025, pág. 4, encontrei-me com esta notícia que logo despertou a minha atenção, focada no interes­se do Conservatório de Música de Guimarães em instalar no dito espaço um “Polo do Con­servatório de Música, Dança e Teatro”, de cuja ação resultará a reconversão global do edifício. A ex­pressão “reconversão”, é para mim muito interessante vendo nela não só a requali­ficação da estrutura física da central de camionagem, possivelmente em estado de degradação, mas também a sua abertura a novas atividades, que pela sua natureza farão toda a diferença das havidas no seu passado re­cente.
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Saber escolher a melhor forma de prevenir

Recordamos agradecidos, o contributo dado por Pasteur, à ciência, ao descobrir a possibilidade de evitar doenças, através de vacinas. Quantas doenças se evitam, quantas epi­de­mias deixaram de ser motivo de angústia para as populações!
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BICADAS DO MEU APARO

Viver e olhar para dentro

Todo o ser humano é parte do Planeta e nele, materialmente, acabará. E até atingir a idade adulta, pode afirmar-se que vive e pro­gride na primeira lição da vida a viver.
Após tal vivência, de forma consciente, entra na última li­ção até ao final da existência. Assim se conclui que, para todo o sempre, será o homem professor e aluno da vi­da. Terá oportunidade de projectar, de sonhar, de ter su­cessos e derrotas, uma vez que tudo faz parte dos “al­tos e baixos” de cada um.
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BICADAS DO MEU APARO

Loucos, tolos ou diabolizados

A língua portuguesa é riquíssima. Tem, por exemplo, palavras como doido, maluco, louco, que são sinónimas. Nelas não cabe a palavra tolo. Enquanto que nas palavras citadas, são gente que “perderam o uso da razão”; do tolo - diz a nossa língua - trata-se de “vadio”. Pelo que, então podemos dizer “os vadios inventam as modas e os que perderam o uso da razão seguem-nas de perto”.
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Não-aceitar à ‘comunhão’ quem fomenta dissensão?

Quem for minimamente conhecedor do conteúdo da palavra ‘comunhão’, em contexto católico, saberá que ela exprime, numa linguagem quase-simplista, o ato receber a comunhão eucarística com tudo quanto isso envolve, representa e significa. ‘Ir à comunhão’ será, deste modo, uma expressão de comunhão com Deus e do mesmo compromisso com os outros.
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Corajosos e confiantes

Porquê’ – pergunta a criança, desejosa de perceber o que querem dizer os adultos na linguagem, que, aos poucos vai guardando na memória, em desenvolvimento. 
Também nós, adultos, devemos conservar o hábito de questionar tudo o que, à nossa volta, e também no espaço global, mais alargado, vai acontecendo. 
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